O Ministério Público da Bahia (MPBA) deu início a uma ação civil pública contra o Nubank, conforme divulgado nesta segunda-feira (25). A instituição financeira é acusada de liberar crédito sem solicitação dos clientes, aplicar juros excessivos, cobrar por serviços não contratados e dificultar a quitação antecipada de dívidas, o que teria contribuído para o superendividamento de consumidores.
A investigação apontou que o banco ofereceu empréstimos e parcelamentos sem autorização expressa ou explicações adequadas sobre riscos. Também foram registradas cobranças indevidas, serviços impostos sem consentimento e exigência de pagamentos já quitados.
A promotora Joseane Suzart afirma que a empresa não cumpre com o dever de informar, negligencia o impacto de suas operações financeiras e impede o acesso a meios de amortização ou renegociação. Ela destaca que a conduta do Nubank tem afetado consumidores de boa-fé.
Na ação, o MPBA solicita liminar que obrigue o banco a garantir transparência, avaliar a capacidade de pagamento dos clientes, permitir cancelamentos por todos os canais, proibir juros abusivos e melhorar o atendimento ao consumidor.
Irregularidade Mais de 80 peças publicitárias irregulares em nova etapa da Operação Feira Mais Limpa
Perfil falso Perfil falso do prefeito José Ronaldo é criado no WhatsApp para aplicar golpes
Reinaugurado Centro de Cultura Maestro Miro será reinaugurado nesta terça
Roda de conversa Roda de conversa no CUCA debateu enfrentamento ao feminicídio e desconstrução de preconceitos religiosos
Formigas-rainhas Formigas-rainhas viram “mercadoria” no Quênia durante estação de acasalamento
Nova identidade Bahia firma parceria com governo para modernizar serviços e ampliar nova identidade Mín. 21° Máx. 31°
Mín. 22° Máx. 32°
Chuvas esparsasMín. 21° Máx. 30°
Chuvas esparsas