A Polícia Federal intensificou o combate aos crimes ambientais neste ano e já instaurou cerca de 60 inquéritos para apurar incêndios criminosos em diferentes regiões do país. A informação foi confirmada pelo diretor de Amazônia e Meio Ambiente da corporação, Humberto Freire de Barros, em entrevista ao site Metrópoles.
Segundo ele, o trabalho envolve cooperação entre superintendências estaduais e até com autoridades de outros países. Além disso, os agentes utilizam monitoramento via satélite para acompanhar em tempo real as áreas de maior vulnerabilidade. “As investigações contam com integração entre várias frentes e tecnologia de ponta para identificar rapidamente os responsáveis”, destacou.
Em 2024, a PF também abriu diversas frentes de apuração, já que muitos incêndios tiveram origem criminosa, apesar de parte das queimadas ter sido provocada por condições climáticas adversas. A corporação acredita que a atuação firme ajuda a reduzir a impunidade e inibir novos focos intencionais.
De acordo com Barros, a estratégia atual inclui a criação de polos especializados em investigações ambientais. A iniciativa busca prevenir e coibir a prática de incêndios ilegais, especialmente em áreas de floresta e de proteção ambiental. “Nosso objetivo é atuar não só na repressão, mas também na prevenção desses crimes”, completou o diretor.
Carreta de mamografi Carreta de mamografia supera expectativa em Feira de Santana e já ultrapassa 700 mulheres cadastradas
escolas abertas Seduc anuncia escolas abertas aos sábados para atendimento pedagógico
Acidente Colisão entre carretas provoca lentidão e interdição parcial na BR-324
Desenrola 2.0 Governo prorroga prazo de adesão ao Desenrola 2.0 até 31 de agosto
Telegram Rússia acusa fundador do Telegram de facilitar terrorismo e emite mandado de prisão
canetas emagrecedora Anvisa aprova registro de cinco novas canetas emagrecedoras Mín. 18° Máx. 28°
Mín. 16° Máx. 30°
Tempo limpoMín. 16° Máx. 28°
Parcialmente nublado