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O vice prefeito Fernando de Fabinho convocou empresários de vários seguimentos de Feira de Santana para discutir o funcionamento pleno do aeroporto Governador João Durval Carneiro que se arrasta há mais de 30 anos com muitas promessas, o encontrou aconteceu no auditório da Associação Comercial de Feira de Santana na noite desta quarta (01).
De acordo com o professor da UEFS José Renato Sena, baseado em estudos de viabilidade técnica feitos para o Banco do Brasil para atender ao programa de investimento e logística para aeroportos do governo federal seguida do plano aeroviário do governo do estado da Bahia realizado em 2014 valido até 2034, e também o plano aeroviário nacional do Ministério dos Transportes, agora Ministério de Infraestrutura que vigora até 2038, todos tratando do aeroporto de Feira.

Desapropriação.
“O atual terreno tem a extensão 535 mil metros mas é pequeno demais para cumprir o normativo e garantir uma pista maior, pode até conseguir uma pista maior mas não tira os principais gargalos exemplo o muro está muito perto não tem condições de uma pista com 2200 metros como está no contrato de concessão”.
As companhias aéreas exigem que os aeroporto estejam homologados para voos por instrumentos que permite um avião pousar em tempo fechado ou seja o piloto possa romper a barreira de nuvens e descer na pista explica. Sena.
Fabinho falou em nome do prefeito Colbert Martins Filho que a prefeitura vai fazer a sua parte inclusive já tem na secretaria de planejamento um estudo de viabilidade desta avenida saindo da Br 116 norte para chegar no aeroporto e não ter apenas a avenida Sergio Carneiro que é muito complicado.

“Ainda segundo o vice prefeito os investimentos o pouco e o município tem condições plenamente de fazer é cerca de 1200,2000 metros a prefeitura pode o que isso não pode é ser impe cílio para que o aeroporto exista Fabinho pede a união de todos para buscar a realidade, a realidade é desapropriar preparar o aeroporto para o futuro.”
André Sena diretor operacional do aeroporto representou a empresa FEC atual gestora falou sobre a demanda existente hoje que são empresas de pequeno porte e comercial são eles que mantem o equipamento em funcionamento onde foi montada a estação meteorológica de mais um milhão de reais e o custo operacional é muito alto com técnico, limpeza na pista são despesas mês a mês é preciso manter o aeroporto funcionando.

Feira de Santana oferece o quantitativo de oito mil passageiros mês podendo operar com dois ou três voos diários a depender da configuração da aeronave para São Paulo, Rio, Minas e Belo Horizonte informou o diretor de operações.
A gestão que administra o aeroporto João Durval contratou uma empresa de consultoria focada nessa área para facilitar a aproximação juntos as grandes companhias como a Gol, Latam, Omne Táxi Aéreo e a Azul que já operou aqui em Feira, esperamos que elas venham a operar na cidade de Feira, finalizou André Sena.
por Carlos Valadares
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