Foto: Carlos Valadares
A justiça de Feira de Santana levou a julgamento nesta quarta-feira(10) mais três acusados de homicídios nesta cidade. Sentaram na cadeira dos réus no Fórum Desembargador Felinto Bastos, Leone Santos costa, conhecido como (Leone Pela Porco ou Pânico), Wendersom Queiroz dos Santos conhecido como (Gardenal) e Lucas Matos dos Santos conhecido como (Burro falante) eles foram acusados de ter matado Cristina Maria da Paz Santos de 54 anos crime ocorrido dia 22 de julho de 2017 na residência da vítima na rua Belo Horizonte bairro Jardim Acácia em Feira de Santana.
Segundo o Ministério Público que fez a denúncia, o trio com ajuda de um menor invadiu a casa e em dos quartos executaram a vítima com vários tiros sem dar direito a defesa.
Por volta das 18 horas o conselho de sentença e inocentou os acusados, porem eles permanecerão presos acusados por outros crimes.
Foto: Carlos Valadares
A Defensora Pública Renata Santos acompanhou Leone, ela disse que o resultado foi o esperado pela defensoria “Agente entendeu que não existia provas suficientes de autoria, embora agente concorda com Ministério Público que exista a materialidade do crime que sim a senhora foi morta naquele dia. Agente entende que não a prova suficiente de autoria de Leone, e foi isso que foi acolhido pelos jurados”.
Leone vai permanecer preso no conjunto penal de Serrinha por pratica de cremes aqui em Feira e em Aracajú.
O advogado Guilherme Bittencourt defendeu Wendersom, segundo ele sobre este crime nada foi imputado ao cliente dele, na verdade os fatos são por ouvi dizer e os depoimentos colhidos em delegacia. Segundo o advogado, Wendersom foi coagido física e psicologicamente, quando ele mesmo declarava ser o autor do crime.

“Nós tentamos desconstituir essas provas colhidas em sede de delegacia e graças a Deus os jurados, felizmente os jurados acolheram a tese defensiva e absolveram o réu”.
Guilherme disse em plenário que o aparelho celular do seu cliente havia desaparecido ou pelo menos foi não periciado no ponto de vista da defesa isso mostrou que as provas não eram robustas o suficientes para condenar, acrescenta ainda que os jurados entenderam, viram que as provas eram por ouvir em delegacias e redes sócias.
A Promotoria Pública representada pela doutora Semiana Cardoso esperava a condenação dos réus por entender que tinha provas suficientes, inclusive com a confissão em detalhes do crime.
Foto: Carlos Valadares
A Promotora Semiana recorreu do resultado, ela explicou “Que é difícil saber o que pode ter influenciado no julgamento, más pela percepção do Ministério Público os jurados acolheram a tese que não foram os réus que praticaram o crime apesar da prova está contraria, vamos só apresentar as razões para ir para o tribunal de justiça pra que tenha um novo julgamento”.
Mesmo absolvidos deste processo o trio volta para prisão para responder acusações por outros crimes.
por Carlos Valadares
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