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Geral Feira de Santana

Presidente do Sindicam deixa seus associados a vontade para aderir a paralização na Bahia

Nós aqui da Bahia não recebemos documento algum más o caminhoneiro que quiser ele está liberado”.

09/09/2021 04h50 Atualizada há 4 anos
Por: Carlos Valadares Fonte: Página de Noticias
Foto redes sociais
Foto redes sociais

Um grupo de caminhoneiros iniciou uma mobilização em Feira de Santana, por volta das 20h desta quarta-feira (8), no KM 418 da BR-116, no trecho do bairro Novo Horizonte. Também há protestos no trecho da passarela do bairro Cidade Nova. Os manifestantes bloquearam parcialmente a pista com pneus em chamas.

Por volta das 22h a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou ao Acorda Cidade que a rodovia já estava sendo liberada, porém outros pontos de bloqueios podem surgir.

As mobilizações ocorrem na Bahia, no Espírito Santo, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul, em Santa Catarina, no Paraná, no Maranhão, no Rio Grande do Sul e outros estados. Em nenhum desses locais, segundo o Ministério da Infraestrutura, há bloqueio total da pista.

"A PRF encontra-se em todos os locais identificados e trabalha pela garantia do livre fluxo com a tendência de fim das mobilizações até a 0h do dia 09/09. Importante alertar que a disseminação de vídeos e fotos por meio de redes sociais não necessariamente reflete o estado atual da malha rodoviária", informou o Ministério da Infraestrutura, em nota.

Ao longo do dia foram debeladas mais de 67 ocorrências com concentração de populares e tentativas de bloqueio total ou parcial de rodovias.

O movimento ocorre um dia depois de manifestações pró-governo em diferentes cidades. Conforme informa a Agência Brasil, os manifestantes pediram o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF) e a destituição de ministros da corte, além de intervenção militar e voto impresso.

O presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens do Estado da Bahia (Sindicam.bahia) Jorge Carlos da Silva em entrevista ao repórter Carlos Valadares afirma que foi orientado pela confederação em  deixar  seus associados e simpatizantes  a vontade a aderir ao movimento mas deixa claro que o sindicato não foi convocado oficialmente por nenhum órgão legal “Nós aqui da Bahia não recebemos documento algum más o caminhoneiro que quiser ele está liberado”.

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 com informações do acorda cidade e Carlos Valadares

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