O torneio de tênis organizado por Tom Paim, tricampeão brasileiro e número 1 da Bahia por dois anos consecutivos, movimentou as quadras durante quase 30 dias de competições. Dividido em categorias que vão do nível iniciante até a classe especial, o evento reuniu dezenas de atletas e familiares em um ambiente de confraternização, rivalidade saudável e muita emoção.

Entre os destaques da competição esteve Nick Moreno, vice-campeão da segunda classe. Apesar de não conquistar o título, ele destacou o sentimento de realização. “A sensação é muito boa. A gente sempre joga pensando em chegar à final e, quando chega, o objetivo passa a ser ser campeão. Hoje não deu, meu adversário, Jason Santana, foi melhor. Mas fico feliz de estar aqui competindo e confraternizando com todos. O importante é fazer parte dessa comunidade que cresce cada vez mais.”
Nick, que é professor da rede municipal e estadual, falou ainda sobre a rotina de treinos conciliada à vida familiar e profissional. “Sou atleta amador, então vou encaixando os horários de treino e torneio. Às vezes levo meu filho para assistir e participo dentro das minhas possibilidades. O mais importante é competir com respeito e cordialidade”, disse.
Foto: Carlos Valaadres
Na terceira classe, o título ficou com Diogo Mattos, que elogiou a organização do campeonato e destacou a superação dentro de quadra. “Foi uma partida dura contra meu amigo Neto. Consegui abrir vantagem no início, mas depois ele cresceu no jogo. Tive que manter o foco mental para fechar a vitória. O tênis é muito psicológico, qualquer desconcentração pode mudar tudo.”

Segundo o organizador, Tom Paim, o torneio foi pensado para valorizar atletas de diferentes níveis técnicos:“São 30 dias de disputas, onde o iniciante, com seis ou sete meses de prática, pode competir e, conforme conquista títulos, vai subindo de categoria até chegar às classes mais altas. O tênis exige preparo físico, mental e disciplina, mas também é lazer, saúde e socialização.”
As partidas foram realizadas em formato de um set profissional de oito games, com duração média de uma a uma hora e meia.
Os vencedores receberam premiações em dinheiro, com apoio do patrocinador Tecmund, que fortaleceu mais uma vez a realização do torneio. “Ninguém vem aqui totalmente de graça. Além da competição, existe o incentivo da premiação, que valoriza ainda mais o esforço dos atletas”, ressaltou Tom.
Além de organizador, ele também participou como atleta, chegando a finais em duplas e individuais. Experiente, destacou sua preferência pelas partidas em equipe:“Sou tricampeão brasileiro de duplas, gosto mais de jogar assim. Tem quem prefira o individual, mas a dupla tira um pouco da responsabilidade e torna o jogo ainda mais dinâmico.”
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Nailanne
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