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Geral Feira de Santana

Pitangueira diz prejudicar o HGCA é prejudicar o paciente, tem gente que não aceita mudança.

O que há na verdade é uma insatisfação pessoal de algumas pessoas.

07/03/2022 21h21
Por: Carlos Valadares Fonte: Página de Noticias

 

Foto Carlos Valadares

Página de Notícias

O diretor do Hospital Geral Clériston Andrade José Carlos Pitangueira reuniu a imprensa de Feira de Santana no auditório da unidade nesta segunda feira (07) para entrevista coletiva onde se defende da acusação de assédio moral feito por alguns funcionários ao Ministério Público do Trabalho (MPT) o mesmo pede seu afastamento das funções no hospital.

Pitangueira disse que foi surpreendido com a informação, “se tem alguém querendo prejudicar a diretoria do Cleriston Andrade prejudica o paciente porque tem gente em Feira de Santana e no Cleriston que não aceita a mudança do Clériston Andrade, não aceita que nós conseguimos acabar com aquela pocilga que tinha no hospital Clériston e hoje você tem um hospital descente para que todos possam ser atendido, pobre, rico, branco, preto quem quer que seja”.

Durante a entrevista Pitangueira não citou nomes de quem quer prejudicar o hospital “não desconfio porque fui pego de surpresa eu não esperava por isso nem da parte política, como por parte de algum funcionário que não goste da população de Feira de Santana, porque isso é não gostar de Feira de Santana você querer fazer um fato feito, agora fazer o que estão dizendo, eu nunca ia fazer isso, eu considero todo mundo que me procura sem horário marcado”. Desabafa.

Para o diretor qualquer problema do hospital vai cair na cabeça dele porque ele é gestor em tudo quem será acionado é o próprio diretor, mas dessa vez ele disse que foi acionado por uma situação que o Conselho Regional de Assistente Social (CRAS) já tinha dito que o Cleriston não tinha nada que foi dito e já tinha resolvido, e eu esperava já teria resolvido de verdade, agora  surpresamente sexta feira recebi um telefonema da impressa procurando o que estava acontecendo eu não sabia”, concluiu Pitangueira.

Quem tem conhecimento sobre essa situação dos atestados é um setor à parte, mas o que fica chato é alguém apresentar três atestados de Covid-19 durante sete dias. Todos os testes negativos, e não sei quem achou ruim, mas a pessoa fez o teste três vezes e não voltou ao trabalho. Fica difícil discutir com alguém que esteja sentindo sintomas, mas acho que quando se faz um teste e ele dá negativo, você pode voltar a trabalhar, mas pelo visto o incômodo foi grande, e quero aqui dizer que o Clériston tem um diretor presente, ativo, que defende os pacientes", afirmou.

Foto Carlos Valadares/Adv. Ronaldo Mendes

O advogado Ronaldo Mendes também participou da coletiva e ressaltou que em 2020 começou uma denúncia no Ministério Publico do Trabalho (MPT) de servidoras que foram dizer de insatisfação de trabalho, esses mesmos foram fiscalizados pelo Conselho Regional de Serviço Social da Bahia, o conselho veio ao hospital fiscalizou, fiscalizou setor de serviço social e após todo serviço nada encontrou daquilo que foi apontado pelas servidoras esses mesmos fatos estavam no MPT em apuração, e essa apuração lamentável deixou de escutar previamente no contraditório o doutor Pitangueira  que não era objeto da acuação, mas sim a senhora coordenadora.

“Isso nos causa estranheza porque ele foi alcançando por ser diretor geral do hospital mas sem que tivesse sido ouvido na fase de inquérito muito mais do que isso além a limar alcança-o sem que ele tenha sido parte daquele inquérito então a todo equivoco a todo uma confusão formada”

Segundo o advogado o doutor José Carlos Pitangueira somente foi alcançado por uma decisão que diz de assédio moral por conta ponto especifico do hospital que um setor específico que é o serviço social. O que há na verdade é uma insatisfação pessoal de algumas pessoas. Este processo cita 13 pessoas, infelizmente eu não posso detalhar muita coisa, porque corre em segredo de justiça. Dr. Pitangueira ainda não foi citado, e por isso que apresentamos um processo com o pedido de reconsideração por parte do afastamento dele", concluiu.

 por Carlos Valadares

 

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