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Governo e empresas do setor articulam uma estratégia para convencer a Anvisa a liberar os cruzeiros de passageiros a partir do dia 21. A atividade está suspensa desde a última segunda-feira (3) após recomendação da Anvisa, que identificou 829 infecções de Covid-19 entre tripulantes e passageiros das embarcações que operam no país, somente nesta temporada. Desse total, 798 casos foram confirmados entre 26 de dezembro e o último dia 3.
Mais 138 viagens estão previstas para acontecer no litoral do país até o fim da temporada 2021/22, em abril. O dado foi levantado pelo site Metrópoles.Em conversa com o Metrópoles, o presidente da Brasil Cruise, Carlos Eduardo, estima um prejuízo significativo para o setor com a suspensão das atividades. De acordo com o Ministério do Turismo, a temporada que começou em novembro do ano passado tinha uma previsão inicial de movimentar mais de 360 mil turistas, com impacto de R$ 1,7 bilhão, além da geração de 24 mil empregos.
“Este pode ser o segundo ano parado. Os terminais ficaram mais de um ano sem operação. A chance de a gente começar a se recuperar seria com essa temporada, que a gente sabia que ia ser menor, mas teria”, afirma o presidente da Brasil Cruise. O executivo afirmou não acreditar que toda a temporada deva ser suspensa. “Na indústria do turismo, o segmento que mais foi prejudicado pela pandemia foi o cruzeiro marítimo. Foram desmanchados mais de 20 navios. Então, hoje o setor trabalha para ter essa retomada, e os protocolos deverão ser mais rigorosos”, prossegue Carlos Eduardo, por telefone.
Enquanto o empresário diz esperar protocolos mais rígidos, Gilson Machado, ministro do Turismo, se mobiliza para que a Anvisa afrouxe as regras. O ministro quer aumentar o percentual de infecções toleradas nas embarcações. “É preciso adequar [a portaria] com a Ômicron, porque ela não está gerando pressão nos hospitais”, disse, ao jornal Folha de S. Paulo.
Em nota ao Metrópoles, o Ministério do Turismo informou que permanece participando de reuniões no âmbito do governo federal com municípios, estados e empresas para juntos reavaliarem a possibilidade do retorno das atividades “no menor tempo possível”.
Fonte: Bahia.ba
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