O diretor da Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (Agerba), Carlos Henrique Martins, afirmou que os estudos para a modernização da Rodoviária de Feira de Santana estão em fase final e que a expectativa é de que o edital de licitação seja publicado ainda no primeiro semestre de 2026. Segundo ele, o equipamento atual já não atende às necessidades da cidade e da região.
“A gente entende perfeitamente que Feira de Santana precisa de um novo equipamento. Com essa nova modelagem, esperamos ter uma rodoviária moderna, não no padrão da nova rodoviária de Salvador, mas pelo menos semelhante, capaz de atender adequadamente a população”, destacou o diretor.
De acordo com Carlos Henrique Martins, a proposta inicial prevê que a nova rodoviária seja implantada no mesmo local, passando por adequações estruturais. No entanto, a possibilidade de mudança para outra área não está descartada. “Para uma nova localização, é necessária uma articulação maior entre o Governo do Estado e o município. Essa alternativa pode ser avaliada”, explicou.
Questionado sobre a viabilidade de transferir a rodoviária para o entorno do aeroporto, em razão da ampliação do terminal aéreo de Feira de Santana, o diretor da Agerba afirmou que a ideia é considerada uma alternativa possível. “Não deixa de ser uma opção, mas precisa ser amplamente discutida com o município e com os órgãos envolvidos”, pontuou, ressaltando que, até o momento, não há outro local oficialmente em estudo.
Entre as melhorias previstas no anteprojeto, Carlos Henrique Martins destacou as adequações para receber ônibus de dois andares (double deck), que atualmente enfrentam dificuldades para acessar as plataformas. “Será necessário fazer alterações estruturais e ampliar plataformas. A engenharia está estudando a melhor solução, considerando que a rodoviária está em uma área compacta”, explicou.
Sobre os impactos das obras no funcionamento diário do terminal, o diretor reconheceu que podem ocorrer transtornos pontuais, mas garantiu que medidas serão adotadas para minimizar os efeitos. “Sempre há algum impacto, mas a equipe vai trabalhar para mitigar qualquer intercorrência e evitar prejuízos à população”, afirmou.
Carlos Henrique Martins também comentou sobre os desafios do transporte público, destacando que os problemas enfrentados em Feira de Santana se repetem em diversos municípios do Brasil. Segundo ele, as soluções passam, principalmente, pelo diálogo entre as prefeituras e as concessionárias.
Em relação ao transporte clandestino, o diretor da Agerba ressaltou que o combate é permanente em todo o estado. “Temos fiscalizações semanais em 12 polos da Bahia, incluindo Feira de Santana. São lavrados autos de infração constantemente para coibir o transporte irregular de passageiros”, afirmou.
Ele destacou que o transporte clandestino gera concorrência desleal, insegurança para os usuários e prejuízos às empresas regulares. “É um problema complexo. A fiscalização enfrenta limitações operacionais, e muitas vezes, após uma ação, os clandestinos se evadem e retornam no dia seguinte. Mesmo assim, é nossa obrigação combater essa prática com apoio da Polícia Rodoviária Federal e Estadual”, concluiu.
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