Nenhuma das Câmaras de Vereadores das capitais estaduais é presidida por uma mulher. Os dados são de um levantamento foi pelo jornal Folha de São Paulo. Além da ausência de uma Câmara Municipal presidida por uma mulher, também existe a falta de mais vereadoras compondo o plenário das Casas Legislativas municipais.
Na Câmara Municipal de Salvador (CMS), são sete mulheres entre os 43 vereadores da capital baiana, são elas: Cátia Rodrigues (UB); Cris Correia (PSDB); Débora Santana (Avante); Ireuda Silva (Republicanos); Laina Crisóstomo (PSOL), que compõe o mandato coletivo Pretas por Salvador; Marta Rodrigues (PT); e Roberta Caires (PP). A Casa Legislativa soteropolitana é presidida por Carlos Muniz (PSDB).
A Câmara mais feminina é a de Florianópolis (SC), com que tem 6 mulheres entre os 23 vereadores, resultando em 26% de representação feminina. Em alguns casos, apenas uma mulher tem mandato como vereadora. É o caso de Campo Grande (MS), onde Luiza Ribeiro (PT) é a única mulher em uma Câmara com 29 edis. Este cenário se repete em Vitória (ES) e João Pessoa (PB).
Para mudar este cenário, a Justiça Eleitoral determina que os partidos reservem 30% do Fundo Eleitoral para candidatas mulheres. No entanto, o que se ver na prática são as candidaturas femininas sofrem com tradições familiares e até retaliações por parte das próprias legendas
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