O prefeito Colbert Filho determinou a revisão de contratos, absurdos, celebrados pela Superintendência Municipal de Trânsito (SMT). Uma caminhonete, por exemplo, está alugada ao órgão por mais de R$ 5 mil por mês.
Vários outros veículos estão locados à SMT por valores considerados altos. Por ano, para o aluguel de três veículos marca Gol, por exemplo, paga-se quase R$ 80 mil, valor suficiente para comprar pelo menos dois ou três automóveis populares novos.
Outra situação curiosa é referente à contratação da empresa para fornecimento de monitores de trânsito. Embora os colaboradores ganhem pouco mais de um salário mínimo (R$ 1.100) por mês, custam aos cofres públicos exatos R$ 4.400 – o restante do valor fica com a empresa HDT Empreendimentos, localizada no bairro Caminho das Árvorese, em Salvador.
Se multiplicarmos o custo de um colaborador, R$ 4.400, por 22 (número total de monitores), teremos R$ 96.800 por mês. Multiplicado por 12, o valor chega a R$ 1.161.800 por ano.
O caso mais emblemático dos veículos locados é um verdadeiro absurdo. Uma caminhonete S-10 custa, mensalmente, à SMT, R$ 5.241. Em um ano, o custo com o carro é de R$ 62.893. No total, só com aluguel de automóveis, a SMT gasta anualmente cerca de R$ 500 mil. Os carros pertencem à Locadora Viva, de Aracaju, em Sergipe, vencedora da licitação.
Os casos foram levantados pelo repórter Denivaldo Costa, no programa Ronda Policial, na rádio Subaé o atual superintendente da SMT, Cleudson Almeida, informou que o prefeito Colbert determinou a revisão imediata dos contratos, firmados em 2018, e aditivados em 2020 e 2021.
“Devemos respeitar os limites de vigência dos contratos, mas havendo alguma irregularidade poderão ser rescindidos”, diz Cleudson, acrescentando que, em relação a locação de veículos, alguns casos, o aluguel é mais econômico para o município que a compra de um automóvel novo”, diz, sem explicar como – apenas disse que técnicos da Prefeitura é que fazem esta avaliação. Os contratos, por meio de licitação, foram celebrados quando o superintendente municipal de trânsito era Maurício Carvalho, hoje coordenador do Procon.
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