Bem que o ex-vereador Justiniano França e o vice-prefeito Fernando de Fabinho tentaram, mas não conseguiram desarticular o grupo de dez vereadores formado na Câmara Municipal, sob comando do presidente da Casa, Fernando Torres.
Convocados pelo alto comando do grupo para semearem a paz entre governo e vereadores rebelados, Justiniano e Fernando de Fabinho gastaram o português, aparentemente, em vão. De acordo com informações passadas ao Protagonista, pelo menos seis vereadores do grupo de dez foram procurados.
O “canto da sereia” incluía a liberação de algumas demandas reprimidas no governo. Não adiantou. Fabinho e Justiniano ouviram um sonoro “não”. As conversas foram individuais.
O objetivo principal é desarticular as CPIs que ganham corpo dentro da Câmara, alimentadas pelo grupo de dez vereadores rebelados. Justiniano e Fabinho ouviram que o grupo está coeso em torno da liderança de Fernando Torres. “Qualquer acordo não será individual, tem que ser com o grupo”, disse um dos vereadores ao Protagonista.
Os próximos dias serão decisivos sobre a instalação ou não da CPI das Cestas Básicas (leia mais). A primeira da lista. Pelo visto, ou o governo atende aos pedidos dos vereadores, ou a distância entre o Paço Maria Quitéria e a Câmara Municipal será como um grande buraco negro.
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