O presidente Luiz Inácio Lula da Silva defendeu, em sua participação na Cúpula de Impacto da Inteligência Artificial (IA), nesta quinta-feira (19), na Índia, defendeu a regulamentação das chamadas big techs para proteger os direitos humanos e as indústrias criativas.
Para o presidente brasileiro, a ausência de regras globais abre espaço para a disseminação de notícias falsas à criação de “robôs de guerra”. Lula criticou o que chamou de concentração de capacidade tecnológica em poucos países e empresas, transportando seu tradicional discurso contra a desigualdade social para o campo da inovação.
“Quando poucos controlam algoritmos e sistemas, não estamos falando de inovação, mas de dominação”, disparou o presidente, que destacou que a IA pode aprofundar abismos históricos entre o Norte e o Sul Global.
Lula disse ainda que o Brasil acompanha movimentos internacionais, mas ressaltou que nenhum fórum substitui a “universalidade das Nações Unidas”. O presidente também defendeu que a governança da IA seja multilateral e voltada ao desenvolvimento dos países mais pobres.
A fala do presidente brasileiro foi defendida pelo primeiro-ministro indiano Narendra Modi, que defendeu que a IA deve ser um meio de “empoderamento” e não de transformação de seres humanos em dados. “Enquanto alguns enxergam medo na IA, outros veem o futuro”, afirmou Modi.
O presidente francês, Emmanuel Macron, também participou do evento e rebateu críticas de que a Europa “trava” a inovação com excesso de leis. “A Europa é um espaço de inovação, mas é um espaço seguro”, declarou.
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