O Ministério Público (MP) está propondo a suspensão condicional do processo contra o ex-diretor de Parques e Jardins da Prefeitura de Feira de Santana, Deodato Peixinho, acusado de assédio sexual.
A proposta oferecida pelo MP é de suspender a ação por um prazo de 2 anos, sob a condição do pagamento de um salário mínimo à entidade cadastrada na Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização, podendo tal valor ser parcelado em até três vezes; ou a prestação de serviços à comunidade durante seis meses, por 8 horas semanais, em instituição a ser indicada pela mesma secretaria.
As condições propostas pela promotora de Justiça, Samira Jorge, deveriam ser apresentadas a Deodato Peixinho no último dia 1 de fevereiro, mas em razão da pandemia, a audiência na 3ª Vara Crime foi suspensa. A decisão de suspender a audiência foi da juíza Sebastiana Costa Bomfim e Silva.
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