Em uma ação realizada nesta quarta-feira (24), a 64ª Companhia Independente da Polícia Militar (64ª CIPM) apreendeu 19 máquinas caça-níqueis e uma quantidade de drogas durante a Operação Impacto, deflagrada no Centro de Abastecimento de Feira de Santana. A operação foi coordenada pelo Major Fernando, com base em denúncias de funcionamento de um cassino clandestino no local.
Segundo o major, a polícia recebeu informações sobre atividades ilícitas dentro do Centro de Abastecimento e iniciou diligências com levantamentos e escuta de comerciantes e frequentadores da área. “Recebemos denúncias de que havia um cassino clandestino funcionando no Centro de Abastecimento. Fizemos todo o levantamento, ouvimos pessoas que frequentam o local, como comerciantes e clientes, e conseguimos localizar o ponto onde esse cassino operava de forma clandestina,” afirmou o Major Fernando.
Foto: Carlos Valadares
Durante a ação, os policiais encontraram 13 máquinas caça-níqueis em um espaço no Mercado do Peixe e outras seis no Mercado da Farinha, próximo a uma lanchonete. Apesar das máquinas estarem em funcionamento, não havia jogadores no momento da abordagem.
“As máquinas estavam todas ligadas, mas não encontramos nenhuma pessoa jogando e tampouco os responsáveis pelo estabelecimento. Como é comum nesse tipo de situação, quando a polícia chega, os envolvidos já se evadiram. Fizemos a apreensão e conduzimos as máquinas para a delegacia,” explicou o major.
Além dos equipamentos de jogos de azar, a operação também resultou na apreensão de entorpecentes. As drogas estavam escondidas em uma barraca dentro do mesmo centro comercial.
“Durante a mesma operação, recebemos uma informação sobre uma barraca que estaria guardando drogas. Fomos até o local indicado, levantamos as lonas e encontramos o material. Tudo foi apresentado na Central de Flagrantes, no Complexo Policial do Jomafa,” completou.
O Major Fernando destacou ainda a ousadia dos criminosos em instalar esses pontos ilegais próximos à sede da companhia policial.“Infelizmente, muitos contraventores acreditam que podem agir impunemente, mesmo ao lado da companhia. Mas nós seguimos atentos. A prática de jogos de azar é uma contravenção penal prevista em lei, e a polícia irá continuar fiscalizando e combatendo esse tipo de crime,” reforçou.
Ele também alertou para os impactos maiores que essas práticas geram na segurança pública. “Muita gente pensa que jogos de azar não alimentam o crime organizado, mas estão enganadas. Essas práticas servem como fonte de financiamento para outros crimes, como o tráfico de drogas e armas. Por isso é importante coibir desde a base,” finalizou o comandante.
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Nailanne
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