O bilionário Elon Musk abriu uma ofensiva contra as autoridades australianas após a Justiça local ordenar que a sua plataforma X, antigo Twitter, removesse os vídeos que circulam do bispo cristão sendo esfaqueado em uma igreja em Sydney, no último dia 15.
Um juiz australiano determinou que as filmagens fossem impedidas de circularem pelo mundo e também atendeu a um pedido de liminar das instâncias que buscam monitorar a internet do país. A empresa teria dois dias de prazo para cumprir a ordem.
Entretanto, Musk deixou claro que iria desrespeitar qualquer decisão. Ao receber uma notificação da comissária de Segurança Eletrônica, Julie Inman Grant, para remover os vídeos, ele apenas respondeu que ela seria “a comissária da censura da Austrália”.
Em 2021, os australianos começaram a intensificar as ofensivas contra as plataformas digitais, responsabilizando as empresas pelo conteúdo difundido. A situação ficou mais tensa depois que as imagens do ataque foram divulgadas nas redes sociais.
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