Logo após Flávio Dino ser aprovado ao STF (Supremo Tribunal Federal) pela CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado, Sergio Moro foi flagrado recebendo conselhos pelo WhatsApp de um contato que, no celular do ex-juiz da Lava Jato, estava apelidado de “Mestrão”.
Em uma das mensagens, Magalhães alertava que “o coro está comendo nas redes” e afirmava que um vídeo declarando voto favorável ao ministro da Justiça complicaria o futuro do senador. Essa pessoa era Rafael Travessos Magalhães, que trabalha no gabinete do senador e já foi funcionário do deputado estadual Ricardo Arruda, no Paraná.
Desde quando trabalhava com Arruda, Magalhães é conhecido como “Mestrão”, por chamar todo mundo de “mestre”. O assessor parlamentar passou a carregar o apelido no aumentativo. No estado, Rafael é mencionado numa investigação por suspeita de “rachadinha”. De acordo com o portal do Senado, Magalhães está com cargo ativo junto a Moro e recebeu salário de R$ 7,1 mil em novembro.
Em nota enviada ao jornal O Globo, a assessoria de Moro disse que “a pessoa em questão, sem ter informação do voto do senador Sergio Moro, fez a sugestão somente porque distorceram o posicionamento do parlamentar nas redes após cumprimento ao ministro Dino. Em resposta, o senador disse que iria manter o sigilo do voto, que é um instrumento de proteção contra retaliação”.
Esquema do INSS Lulinha volta à Espanha em meio a apuração da PF sobre esquema bilionário no INSS
Rodoviária de Feira Agerba prevê licitação da nova rodoviária de Feira de Santana ainda no primeiro semestre de 2026
Alexandre de Moraes Alexandre de Moraes assume a presidência do STF
Agravamento Carlos publica foto de Bolsonaro de cueca e relata agravamento do estado de saúde
Nova Rodoviária Jerônimo Rodrigues destaca Nova Rodoviária como novo vetor de desenvolvimento de Salvador
Eleições 2026 Jaques Wagner diz que disputa ao Senado não ameaça unidade do grupo governista Mín. 21° Máx. 33°
Mín. 21° Máx. 34°
Chuvas esparsasMín. 20° Máx. 34°
Chuvas esparsas