A advogada Érica Priscila foi presa pela Polícia Federal durante uma operação que cumpriu seis mandados de prisão e nove de busca e apreensão. Ela é suspeita de auxiliar o chefe de uma facção criminosa e sua prisão, válida por 30 dias, inclui a suspensão do direito de advogar. A OAB acompanha o caso e poderá encaminhar eventuais comportamentos antiéticos ao Tribunal de Ética.
Em outra operação, chamada "Angerona", o Ministério Público da Bahia e a Secretaria de Administração Penitenciária realizaram buscas no Conjunto Penal de Feira de Santana para coibir a comunicação entre internos e pessoas externas. Foram apreendidos celulares, drogas e armas brancas improvisadas.
No segundo dia da operação, as celas de internas, incluindo duas suspeitas de liderar grupos criminosos, foram vistoriadas, mas nada foi encontrado. Já em outros pavilhões, celulares e drogas foram apreendidos. A ação envolveu mais de 250 policiais e seguiu com apoio de diversas unidades de segurança.
A operação "Angerona" visa combater atividades criminosas que possam ser comandadas de dentro das prisões, buscando interromper a comunicação entre detentos e o mundo exterior.
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