A advogada Érica Priscila foi presa pela Polícia Federal durante uma operação que cumpriu seis mandados de prisão e nove de busca e apreensão. Ela é suspeita de auxiliar o chefe de uma facção criminosa e sua prisão, válida por 30 dias, inclui a suspensão do direito de advogar. A OAB acompanha o caso e poderá encaminhar eventuais comportamentos antiéticos ao Tribunal de Ética.
Em outra operação, chamada "Angerona", o Ministério Público da Bahia e a Secretaria de Administração Penitenciária realizaram buscas no Conjunto Penal de Feira de Santana para coibir a comunicação entre internos e pessoas externas. Foram apreendidos celulares, drogas e armas brancas improvisadas.
No segundo dia da operação, as celas de internas, incluindo duas suspeitas de liderar grupos criminosos, foram vistoriadas, mas nada foi encontrado. Já em outros pavilhões, celulares e drogas foram apreendidos. A ação envolveu mais de 250 policiais e seguiu com apoio de diversas unidades de segurança.
A operação "Angerona" visa combater atividades criminosas que possam ser comandadas de dentro das prisões, buscando interromper a comunicação entre detentos e o mundo exterior.
fraudes em licitaçõ PF e CGU combatem fraudes em licitações e desvio de recursos públicos na Bahia
Acidente Estudante de engenharia morre após motocicleta colidir contra poste
Operação Mobile 360° Operação Mobile 360° fiscaliza comércio de celulares em cerca de 600 estabelecimentos na Bahia
Audiência de Custódi Suspeitos de torturar adolescente em Feira de Santana têm prisão em flagrante convertida em preventiva
Violência doméstica Violência doméstica afeta 38% das mulheres com deficiência no Brasil
New Hit Condenado por estupro no caso New Hit é preso em Salvador Mín. 18° Máx. 33°
Mín. 18° Máx. 34°
Tempo limpoMín. 18° Máx. 32°
Tempo nublado