O presidente da Shein na América Latina, Marcelo Claure, anunciou, nesta terça-feira (19), que a varejista passará a pagar o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) aos consumidores que fizerem compras de até U$ 50 na plataforma chinesa.
O novo posicionamento da marca foi divulgado após a empresa aderir ao programa federal Remessa Conforme, que isenta de imposto de importação compras até U$ 50, mas estabelece alíquota de 17% de ICMS.
No caso de compras que ultrapassem o limite pré-estabelecido pela varejista, o consumidor será responsável por pagar o imposto de importação (de 60%), além de 17% de ICMS.
“Fizemos um contrato moral com os consumidores de que não iríamos subir o preço no Remessa Conforme, então o anúncio é para garantir isso. É um investimento substancial, e teremos o desafio de compensar esses 17% com a redução de custos adicionais de logística que tínhamos antes”, afirmou Claure.
Para o presidente da empresa na América Latina, o Remessa Conforme facilita o trâmite das importações, por isso, ao assumir o compromisso de arcar com os custos, a Shein garante que “as compras dos clientes não vão mais para o canal vermelho à espera de quem vai pagar o imposto”.
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