O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou nesta segunda-feira (4) um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que impõe demissão a quem praticar assédio sexual no serviço público federal.
Até então, como o assédio sexual não é especificamente citado entre os desvios de função previstos na lei que rege o serviço público, vinha sendo punido de forma mais branda. Em alguns momentos era enquadrado como violação aos deveres do servidor, que não tem pena de demissão.
Agora, o assédio sexual necessariamente deverá ser enquadrado em condutas que preveem a demissão.
Ainda de acordo com o parecer da AGU, para ser configurado o assédio, não será necessário que o agressor seja superior hierarquicamente à vítima, mas o cargo deverá exercer papel relevante na dinâmica da ofensa.
Será considerado assédio sexual, no âmbito administrativo, as mesmas condutas previstas no Código Penal como crimes contra a dignidade sexual.
Esquema do INSS Lulinha volta à Espanha em meio a apuração da PF sobre esquema bilionário no INSS
Rodoviária de Feira Agerba prevê licitação da nova rodoviária de Feira de Santana ainda no primeiro semestre de 2026
Alexandre de Moraes Alexandre de Moraes assume a presidência do STF
Agravamento Carlos publica foto de Bolsonaro de cueca e relata agravamento do estado de saúde
Nova Rodoviária Jerônimo Rodrigues destaca Nova Rodoviária como novo vetor de desenvolvimento de Salvador
Eleições 2026 Jaques Wagner diz que disputa ao Senado não ameaça unidade do grupo governista Mín. 20° Máx. 33°
Mín. 20° Máx. 33°
Parcialmente nubladoMín. 20° Máx. 33°
Tempo nublado