O presidente Luiz Inácio Lula da Silva aprovou nesta segunda-feira (4) um parecer da Advocacia-Geral da União (AGU) que impõe demissão a quem praticar assédio sexual no serviço público federal.
Até então, como o assédio sexual não é especificamente citado entre os desvios de função previstos na lei que rege o serviço público, vinha sendo punido de forma mais branda. Em alguns momentos era enquadrado como violação aos deveres do servidor, que não tem pena de demissão.
Agora, o assédio sexual necessariamente deverá ser enquadrado em condutas que preveem a demissão.
Ainda de acordo com o parecer da AGU, para ser configurado o assédio, não será necessário que o agressor seja superior hierarquicamente à vítima, mas o cargo deverá exercer papel relevante na dinâmica da ofensa.
Será considerado assédio sexual, no âmbito administrativo, as mesmas condutas previstas no Código Penal como crimes contra a dignidade sexual.
Pesquisa Lula lidera corrida presidencial com 40% contra Flávio Bolsonaro, aponta PoderData
Dois de Julho Cachoeira recebe título de capital da Bahia em homenagem à luta pela Independência
Abate de jumentos Projeto proíbe abate de jumentos devido ao risco de extinção
Jaques Wagner Jaques Wagner recorre ao STF e pede anulação de operação da PF
Inteligência Artifi Câmara aprova criação da Política Municipal de Inteligência Artificial e Inovação em Feira
crimes sexuais Por unanimidade, STF determina novas regras para processos de crimes sexuais Mín. 19° Máx. 24°
Mín. 18° Máx. 29°
Chuvas esparsasMín. 19° Máx. 29°
Chuvas esparsas