Há uma nova queda de braço no governo, que terá de ser arbitrada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como a reforma ministerial. Os ministros Rui Costa (Casa Civil), Esther Dweck (Gestão) e Simone Tebet (Planejamento) decidiram apoiar um déficit primário entre 0,5% e 0,75% do Produto Interno Bruto (PIB) para o governo central (Tesouro, Previdência e BC), em 2024, e levaram a ideia para a reunião da Junta Orçamentária, ontem.
A proposta pode provocar o descumprimento da regra aprovada recentemente pelo Congresso. Motivo: o arcabouço que substituiu o teto de gastos prevê justamente déficit primário zero no ano que vem, mas essa equação depende do aumento da arrecadação federal em pelo menos R$ 130 bilhões.
Os três ministros se reuniram com o titular da Fazenda, Fernando Haddad, ontem, para tentar convencê-lo a apoiar déficit maior por considerarem irreal a meta fixada. Tebet, por exemplo, já havia dito que era preciso algo mais ambicioso.
Até agora, Haddad tem se mostrado contrário à ideia de flexibilizar a regra para aumentar os gastos em 2024, um ano eleitoral.
Sabe-se, porém, que quem vai decidir a nova disputa é mesmo Lula. O governo envia a proposta de Orçamento de 2024 ao Congresso nesta quinta-feira, 31. Na prática, economistas já vinham dizendo que será muito difícil conseguir zerar o déficit no ano que vem, principalmente às vésperas das corridas municipais.
Ministro do STF Ministro do STF avalia soltura de Bolsonaro após eleição
Michel Temer Michel Temer declara apoio a Flávio Bolsonaro no segundo turno da eleição presidencial
Bahiagas Governo da Bahia autoriza venda de ações da Bahiagás
Deportado Político europeu tenta deportar eleitoras de Lula
multado em R$ 5 mil Flávio Bolsonaro é multado em R$ 5 mil por impulsionar propaganda negativa contra Lula
Luiza Erundina Quem é Luiza Erundina, eleita aos 91 anos para a Assembleia de São Paulo Mín. 19° Máx. 35°
Mín. 19° Máx. 31°
Tempo nubladoMín. 17° Máx. 35°
Tempo limpo