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O governador Jerônimo Rodrigues (PT) teceu duras críticas à aprovação da paralisação de professores da rede estadual de ensino marcada para esta quinta-feira (17). Questionado pelo bahia.ba sobre a medida tomada por educadores, que, segundo ele “não é maioria” da classe, o gestor afirmou que os servidores que não forem trabalhar sem uma justificativa terão o ponto “cortado” da folha de pagamento.
“Eu orientei ontem à noite a minha secretária [Adélia Pinheiro] que pudesse colocar uma circular para cada diretor de escola para acompanhar o ponto de quem não foi. Quem não foi, a lei será cumprida. Se tiver justificativa, atestado, ótimo. Se não tiver, a gente sabe o que acontece com quem não vai trabalhar. No setor privado é assim, se você não for cortam o seu ponto e você que se justifique. Nós vamos ter que fazer isso”, cravou Jerônimo sobre o tema.
O governo do estado enviou, na terça (15), à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) um projeto de lei para estender parte do pagamento da parcela de 2023 dos precatórios do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef).
Para o portal, Jerônimo ressaltou que está cumprindo com o que foi determinado pela Justiça e que está fazendo “além” do que definido. De acordo com o petista, ele está trabalhando para “ampliar aquilo que” a classe está “querendo”.
“Eu estou cumprindo os 60% que a lei me obriga a pagar. Estou pagando com felicidade, eu sou professor. Está na assembleia e a assembleia está discutindo. E fiz mais, enviei para a assembleia que além dos 60% do fundo do precatório, estou oferecendo mais 20% deste precatório para garantir que aqueles que não vão receber, ganhem uma gratificação e a assembleia está vendo se coloca mais 25%”, disse.
“Eu estou pagando os 60%, onde está o meu erro? Onde está o acerto de um movimento que não é maioria. Eu quero fazer a coisa certa. Eu vou querer saber quem não foi à escola. De onde eu estiver, vou querer um relatório de quem não está indo para a escola”, completou.
A expectativa é de que o PL seja votado na semana que vem. Para a imprensa, a presidente da Associação Classista da Educação e Esporte da Bahia (ACEB), Marinalva Nunes, atestou que a paralisação seguirá até o dia da votação do preto na AL-BA.
“O prazo da assembleia. Eu não estou pressionando. A assembleia tem autonomia para fazer o prazo e o movimento sabe. Os estudantes não vão pagar essa conta. Os estudantes não podem ficar quatro, cinco, seis dias sem aulas. Eu peço aos professores e diretores que permaneçam nas salas de aula. Nós estamos recuperando a educação da pandemia. Estamos pagando a conta da pandemia”, finalizou.
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