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Nesta quarta-feira (1), servidores efetivos acusaram o advogado Wellington Osório, contratado pela presidente Eremita Mota para prestar assessoria jurídica à Casa de assedio, eles alegam que o advogado teria os expulsado de forma arbitrária de suas salas de trabalho e os forçado a mostrar documentos pessoais sob o pretexto de que estavam exonerados do cargos e deveriam se retirar imediatamente aguardando transferência para outro setor.
O descontento maior dos servidores se deu após um servidor tentar deixar as dependências da Câmara portando documentos e ser impedido pelo advogado. O servidor, identificado como Edson teria alegado que os documentos eram pessoais, mas mesmo assim continuou sendo abortado pelo advogado contratado pela presidente da casa.
O vereador Fernando Torres declarou estar indignado com os últimos acontecimentos. “Estou indignado com isso de pessoas que são concursadas, que trabalham aqui há mais de 30 anos, serem expulsas da sala que trabalham. Eu sou vereador, fui deputado estadual, duas vezes deputado federal e nunca vi isso, é um absurdo”, reclamou.
O vereador José Carneiro também considerou o fato como lamentável. “A presidente da Câmara contratou um forasteiro que quer impor regras aqui.”
Presidente da Câmara de Vereadores realiza coletiva de imprensa para esclarecer afastamento de funcionários

A presidente da Câmara de Vereadores, Eremita Mota realizou uma coletiva com a imprensa para informar o real motivo do afastamento de alguns funcionário da Casa da Cidadania. Eremita afirma que os servidores foram afastados, pois o setor passará por uma sindicância e descontentes com a decisão teriam reagido a determinação legal.
O procurador da Câmara de Vereadores, André Novais, que também estava presente na coletiva informou que conforme foi vinculado no diário oficial, houve o afastamento de alguns servidores do setor contábil, tendo em vista que houve uma inserção de empenho no dia 1º de fevereiro no valor de R$ 615.000 para pagamento de vale refeição que não foi autorizado pela presidência da casa, sendo dados supostamente falsos em um banco de dados público, que podiam configurar um crime. " Tendo em vista esse ocorrido, a presidente da Câmara baixou uma portaria, a Portaria 1123, criando uma comissão sindicante e nomeando três servidores para acompanhar essa comissão, que no final terá um relatório. E, não obstante a isso, será ofertado aos sindicados o direito a ampla defesa de contraditório", salienta.
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Silva
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