Na manhã do último domingo (06), foi realizado o concurso público para professor do estado. Em Feira de Santana, as provas ocorreram em diversos colégios da cidade, entretanto Genykelly Ramos Silva, que estava disputando uma das vagas alega que a fiscal de sala que atuava no Colégio Luz Eduardo Magalhães a constrangeu quando falou que a mesma estaria trocando informações com o colega de sala. O caso foi levado à coordenação geral do concurso por ambas às partes.
Segundo Genykelly Silva, após aproximadamente duas horas de prova a fiscal chegou até a cadeira e levantou a suposição de que eu e o rapaz que estava atrás de mim estaríamos trocando informações a cerca da prova. “No momento da abordagem fiquei assustada e perguntei se ela estaria me acusando de alguma coisa e que ela deveria provar o que estava dizendo, nesse momento ela pediu para que eu ficasse em silêncio par não expor para as outras pessoas o que estava acontecendo, mas as quem estavam em volta já estava escutando o que estava escutando tudo”, pontua.
“Me sentir no direito de me defender e então falei com ela que eu não estava fazendo isso, que estava estruturando meu raciocínio para fazer as minhas três questões discursivas e que em momento algum eu estava conversando com o colega, que estava apenas tentando elaborar um raciocínio que desse meio de resolver as minhas questões e aí ela disse que se eu continuasse ela iria ter que chamar a coordenadora geral para me tirar do concurso junto com o outro rapaz”, relata.
Ainda segundo a candidata ela continuou alegando que não estava errada. “Eu não ia sair da minha casa para realizar uma prova e chegar nesse momento e está fazendo o que ela supôs. Me sentir extremante prejudicada porque é uma prova que todos que estão na área se preparam para fazer e no momento em que ela chegou para poder me dizer isso, me desestabilizou e acabou com o meu direito de entrar, porque daquele momento em diante eu não tinha mais cabeça para continuar e principalmente desenvolver textos de redação e achei importante expor o que aconteceu, pois, sei que essa atitude dela pode ter me prejudicado”, destaca.
Coordenação
Após o fim da prova Genykelly Silva procurou a coordenação geral do concurso que se colocou a disposição da mesma e a orientou a procurar os meus direitos e que iria colocar em ata o meu relato sobre o assunto.
Genykelly finaliza dizendo que não irá agir pela emoção, mas que irá procurar os seus direitos. “Vou fazer tudo estando coberta e já entrei em contato com alguns advogados que me disseram que eu poderia sim, tomar uma atitude vou”.
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