foto Carlos Valadares/Marcia Alves
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O dia 14 de junho marca a passagem do Dia Mundial do Doador de Sangue. A data foi criada para conscientizar a população sobre a importância da doação de sangue e também para divulgar mais informações sobre o assunto, incentivando as pessoas a se tornarem doadoras, além de parabenizar todas aquelas que já doam regularmente.
De acordo com o Ministério da Saúde, 1,6% da população brasileira doa sangue – índice de estimativa de 16 doadores para cada mil habitantes – e os jovens entre 18 e 29 anos representam 42% do total de doações registradas no Brasil. Apesar do número ser baixo, o percentual de doadores está dentro dos parâmetros da Organização Mundial de Saúde (OMS), que indica que pelo menos 1% da população de cada país deve ser doadora.
Em Feira de Santana há uma dificuldade em encontrar doadores dos tipos O e AB negativos de acordo com Márcia Almeida assistente social do (Hemoba) Hematologia e Hemoterapia da Bahia, a população está mais consciente para a necessidade cidade em doar sangue Tenho melhores resultados depois que a unidade veio para o centro da cidade temos sim a questão do acesso da população em doação.
O bando de sangue apesar de ter tido uma boa movimentação ao longo da semana estamos sempre precisando de doadores em mês por exemplo período de muita festa, período que ocorre maior de índice acidentes.
O Hemoba atende principalmente aos Hospitais Cleriston Andrade, (HGCA) Hospital Estadual da Crianças (HEC) e Unidade de Pronta Atendimento (UPA).
No Brasil foi feita uma pesquisa que revela o percentual dos que mais doam estão mais presentes homens, entre 25 e 34 anos, de classe social média a alta, com ensino superior e com renda fixa.
Mulheres são maioria entre os não doadores. Elas representam 54% das pessoas que nunca doaram e nem pretendem. Ainda, de acordo com os resultados, elas têm idade entre 16 e 44 anos, de classe social intermediária a baixa, com renda fixa.
O estudo também revelou que os brasileiros sabem da importância da doação, mas que não compreendem bem o assunto. Entre as principais preocupações, os entrevistados destacaram: não saber para onde o sangue vai e a quantidade coletada. O medo e o desconforto também são os sentimentos mais expressos.
por Carlos Valadares
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