foto Carlos Valadares
Página de Notícias
A terça feira foi marcada com uma manifestação de professores da rede municipal desta vez a reclamação é por atraso no pagamento dos salários e também o parcelamento dos mesmos dezenas de profissionais da educação ocuparam a frente da prefeitura inclusive interditando trecho da avenida Getúlio Vargas.
foto Carlos Valadares
A informação foi passada pela presidente da APLB Sertaneja Feira de Santana, Marlede Oliveira “Além dos cortes que aconteceram em 2020 e 2021 no período da pandemia da Covid 19, o prefeito vem pagando os salários parcelados nós entramos na justiça e ganhamos, no dia 3 de fevereiro saiu a decisão que não pode pagar salários parcelado e ele, Colbert continua. hoje 17 de maio os professores estão sem receber parte dos salários de março e abril justifica o que? ele recebe 257 milhões”. Questiona a presidente.
foto Carlos Valadares
Segundo a associação dos professores em Feira de Santana falta professores, falta carteiras, não reformou as escolas, falta funcionários e merendeiras protesta Marlede. Acrescentando ser perseguição política.
Em nota enviada ao site Página de Notícias a prefeitura esclarece:
A prefeitura Municipal de Feira de Santana, por meio da Secretaria Municipal de Comunicação, enviou a seguinte nota:
Somente com o pagamento de remunerações, a Prefeitura de Feira investe cerca de R$ 15 milhões todo mês. Já provamos que a Prefeitura paga melhores salários que o Governo do Estado. A APLB está tentando confundir os professores, cobrando 33% de aumento no piso salarial: o que existe é que o piso salarial nacional foi corrigido em 33% e a Prefeitura já garantiu que vai pagar o novo piso.
Num ano, a Prefeitura investe em educação cerca de R$ 300 milhões em salários, construção, reformas e manutenção de escolas. No antigo FTC, estamos construindo um dos maiores centro educacionais do Nordeste. Quase 20 mil alunos da rede municipal de ensino de Feira já estudam com computadores individuais, um benefício que nem toda grande cidade no Brasil oferece ao aluno. Em quatro anos, nomeamos mais de mil professores concursados.
Mesmo com todo esse esforço, essa dedicação do Governo Municipal, a APLB insiste em criar uma crise na educação, paralisando as aulas a todo momento, desrespeitando decisão judicial contra a greve, prejudicando pais e estudantes. Já provamos em várias situações que a APLB é um sindicato político, partidário, aliado do Governo do Estado. Mas nada vai impedir, vai intimidar o nosso compromisso com a educação. O nosso compromisso com os pais, no sentido de garantir aos alunos uma formação digna.
por Carlos Valadares com informações da Secom
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