foto Carlos Valadares
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A partir da segunda-feira, 25, o SindPetro Bahia promoverá ações em prol da baixa do preço do gás, em Feira de Santana. Segundo o diretor de comunicação, Radiovaldo Costa, não se trata de “promoções”, mas atos de manifestação.
Desde 2019 essas ações são promovidas, que continuam ocorrendo pois os preços ainda são considerados abusivos.
“Em algumas localidades o gás chega a custar 200 reais, 10% do salário mínimo. Parece pouca coisa, mas não é, afeta muitas famílias”, diz o diretor de comunicação da SindPetro Bahia, Radiovaldo Costa.
A meta é que o gás de cozinha chegue ao preço unitário de 50 reais, apesar de parecer impossível, o diretor explica que para que essa realidade aconteça é necessário haver uma decisão política.
“Nós petroleiros defendemos uma coisa que é técnica: a retirada da influência do dólar e do barril do petróleo da composição do preço. Com isso, estudos apontam, que mesmo com os impostos, haveria redução do gás, gasolina e diesel”.
Foi chamada a atenção para o processo de inflação, que leva ao desequilíbrio econômico.
“Quem paga a conta da alta da inflação é quem recebe menos dinheiro. A medida que os preços aumentam, essas pessoas perdem poder de compra”
A baixa no consumo, leva ao desequilíbrio, pois indústrias e fabricantes sentem dificuldades para vender seus produtos, levando ao desemprego.
“O governo erra na macronomia, não há preparo para a alta de inflação”, afirma.
Mesmo com a redução de 3,27 do gás, divulgada pela Petrobás, não há vantagens para o cenário baiano. “Essa redução foi da Petrobás para suas 12 refinarias, como a refinaria baiana não pertence mais a Petrobrás, assim, o gás de cozinha da Bahia continua sendo o mais caro do Brasil”, explica o diretor.
Ainda não informações sobre localidades onde essas ações acontecerão.
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