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Geral Feira de Santana

Motoristas envolvidos em acidente no cruzamento da Getúlio com J.J. se apresentam a Polícia Civil

Um dos motoristas disse que cochilou ao volante

17/03/2022 00h00 Atualizada há 4 anos
Por: Carlos Valadares Fonte: Página de Noticias

 

Foto Carlos Valadares

Página de Notícias

Um grave acidente envolvendo um veículo Virtus e um Uno as 5:39 horas da manhã de sábado (12) no cruzamento da Avenida Getúlio Vargas com a rua JJ Seabra no centro de Feira de Santana, causou a morte de Emilson de Melo Silva 21 anos e uma mulher gravemente ferida.

As vítimas eram passageiros do Uno e com o impacto da batida foram arremessados para fora do carro pelo porta malas, a mulher foi socorrida pelo SAMU para o Hospital Geral Cleriston Andrade seu estado de saúde não foi informado.

A delegada Ludmila Vilas Boas titular da 1ª delegacia territorial que investiga o caso disse em entrevista ao Página de Notícias que os dois motoristas se apresentaram e foram ouvidos hoje (16) e contaram suas versões, o condutor do veiculo Virtus o seguia sentido Getúlio Vargas disse que cochilou ao volante e que o carro era locado, ambos possuem versões conflitantes dos fatos, “nós agora temos que aguardar o resultado da perícia de local para   determinar qual foi as circunstância preponderante para que o acidente ocorresse, também vamos solicitar outras diligencias a Secretaria Municipal de Transporte Transito (SMTT) e ao Departamento de Polícia Técnica a reconstituição”. Afirma a delegada Ludmila.

 

“Nós já tivemos acesso as imagens tanto do cruzamento onde o fato ocorreu como do cruzamento anterior, essas imagens são de extrema relevância porém precisam ser analisadas com mais cautela porque uma das câmeras   não nos traz a visão completa do local.”

Em relação aos comentários nas redes sócias e na imprensa sobre o motorista do Virtus ser militar e por isso não foi conduzido para a delegacia, a doutora diz que ele não é policial militar ele se apresentou como administrador de empresa, ele, no seu histórico de vida não consta como função preponderante a de policial militar, quanto a não condução dele a delegacia, esclarece que responde pelos atos da  polícia civil no âmbito da 1ª  delegacia a qual ela gerencia, porque dele não ter sido conduzido e porque não estava no local quando a polícia civil chegou isso eu não posso informar ai tem procurar saber da outra força policial envolvida a cerca destes questionamentos. Concluiu.

As vítimas iriam para a cidade de Paulo Afonso como perderam o ônibus então o motorista que não trabalha como por aplicativo e não é habilitado levariam até o ponto da cidade nova numa tentativa de alcançar o ônibus e seguir viajem.

Por Carlos Valadares

 

 

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