Feira de Santana dá um passo importante rumo ao fortalecimento da ciência, da tecnologia e da inclusão digital. Com a sanção da Lei nº 4.400, em 29 de dezembro de 2025, pelo prefeito José Ronaldo de Carvalho, a antiga Fundação Municipal Egberto Costa passa a se chamar Fundação Municipal de Ciência e Tecnologia Egberto Costa, ampliando suas atribuições e consolidando um novo papel estratégico no desenvolvimento do município.
À frente da instituição, o presidente do Parque do Saber, Antônio Carlos Coelho, explica que a nova fundação terá como missão planejar, executar, cooperar e avaliar ações voltadas à ciência, tecnologia da informação e telecomunicações. O objetivo é garantir ferramentas tecnológicas adequadas, promover a inclusão digital e fortalecer a infraestrutura de tecnologia no município.

Atualmente, a fundação já administra o projeto Feira Digital, responsável por fornecer link de internet ao Paço Municipal, às secretarias e a diversos órgãos públicos. Além disso, mais de 200 escolas municipais são atendidas por uma extensa rede de fibra óptica, que ultrapassa 250 quilômetros, alcançando também as sedes dos distritos, rádios comunitárias e equipamentos públicos.
Uma das principais novidades anunciadas é a implantação de uma biblioteca digital com mais de 35 mil títulos, acessível a toda a população de Feira de Santana. A ordem de serviço para o projeto foi assinada com uma empresa de São Paulo, responsável pela implantação e treinamento das equipes locais. Com investimento anual de cerca de 25 mil reais, a plataforma atenderá leitores das bibliotecas distritais, da Biblioteca Arnold Ferreira da Silva e qualquer cidadão interessado em acessar o acervo digital.
O fortalecimento da área científica também é prioridade. A fundação já firmou convênios com universidades como a Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), Unifacs e Unex, além de estar em fase de elaboração de parceria com a Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB). As cooperações têm como foco o assessoramento em pesquisas científicas e projetos voltados ao desenvolvimento local.
Outro destaque é o Museu Parque do Saber, equipamento administrado pela fundação, que abriga o planetário onde são ministradas aulas e sessões de astronomia. Para 2026, estão previstos novos investimentos no espaço, incluindo a implantação de uma biblioteca física com cerca de 600 livros de autores de Feira de Santana, doados pela professora Lélia Vito Fernandes, presidente da Academia de Letras e Artes de Feira de Santana.
O museu também deve ganhar um espaço dedicado à memória da imprensa baiana, com a instalação das antigas máquinas de impressão e equipamentos de redação do jornal Folha do Norte, um dos mais antigos da Bahia. Todo o acervo foi doado pela família Navarro e Silva à fundação e encontra-se em fase de projeto para captação de recursos e adequação do espaço.
Paralelamente às novidades, o Parque do Saber passa por uma reforma no telhado, já em andamento. A expectativa é que a obra seja concluída até o fim de fevereiro, permitindo a reabertura do espaço ao público no início de março. Com o fim do recesso anual, as sessões do planetário voltarão a acontecer aos sábados, às 15h, além do agendamento de visitas de escolas municipais, estaduais e particulares.
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