Um título conquistado apesar de uma derrota, numa partida em que o time jogou bem e sucumbiu por duas falhas individuais. Uma taça erguida fora do Rio de Janeiro, sem torcida no estádio, com explosão de comemoração após o apito final de outra partida.
Numa temporada completamente atípica, devido à pandemia de coronavírus, a forma como o Flamengo se sagrou campeão brasileiro foi tão inusitada quanto a situação vivida atualmente na sociedade. Simbolizou bem um ano turbulento, dentro e fora de campo.
E mesmo com todas as dificuldades, o Flamengo conseguiu fazer valer um processo que vem desde 2013. O investimento no elenco, em que pese o risco assumido quando se elevou os gastos, teve retorno: com um time muito acima da média, o clube conquistou o Brasileiro apesar de estar longe de encantar como em 2019. Graças, principalmente, a um grupo de jogadores de qualidade técnica sem comparação no país.
Jogadores que formam uma geração que supera outras vencedoras e se aproxima daquela do início dos anos 1980. O bicampeonato brasileiro em sequência lembra 1982 e 1983, quando ídolos históricos do Flamengo chegaram a ser questionados por momentos ruins.
Some a isso a Libertadores de 2019 e outros títulos como a Supercopa do Brasil, a Recopa Sul-Americana e o Carioca, e a geração de Gabigol e companhia se eleva de patamar.
Por Felipe Schmidt — Globo Esporte
Copa Feminina Inscrições para voluntários da Copa Feminina 2027 terminam nesta quarta
Mega-Sena Duas apostas da Bahia ganham R$ 33 mil cada na Mega-Sena
Messi pela Argentina Último jogo de Messi pela Argentina terá estádio lotado após ingressos esgotarem em 90 minutos
Seleção Brasil reage após levar virada e vence Austrália em jogo de seis gols
acordo comercial China e EUA diminuem tarifas em novo acordo comercial
Mr. Olympia 2026 Mr. Olympia 2026 reúne elite do fisiculturismo com forte presença brasileira Mín. 19° Máx. 35°
Mín. 19° Máx. 35°
Tempo limpoMín. 18° Máx. 35°
Parcialmente nublado