A Bahia gerou 2.998 postos com carteira assinada no mês de março, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego, resultado da diferença entre 83.957 admissões e 80.959 desligamentos.
Trata-se do terceiro mês seguido com saldo positivo e, com isso, o estado segue ocupando a primeira colocação entre os estados do Nordeste na geração de emprego. Os dados foram sistematizados pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI).
Apesar disso, o saldo de março se revelou inferior ao de fevereiro (+20.171 postos) e também o menor do trimestre. No comparativo anual, o resultado também foi menor do que o de março do ano passado (+12.760 postos). A Bahia, assim, passou a contar com 2.168.537 vínculos celetistas ativos, uma variação de 0,14% sobre o quantitativo do mês anterior.
O gestor da Secretaria do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte, Augusto Vasconcelos, ressaltou o esforço do Governo da Bahia para alcançar os resultados positivos. "Acompanhamos no detalhe as oscilações do mercado de trabalho, identificando potencialidades e preparando nosso estado para gerar mais oportunidades. Executamos um dos maiores programas de qualificação profissional do país e nosso serviço de intermediação de mão de obra (Sine) tem sido fortalecido. Não é à toa que a Bahia continua liderando a geração de empregos no Nordeste", disse Vasconcelos.
Setores – Na Bahia, em março, três das cinco grandes atividades registraram saldo positivo. O segmento de Serviços (+3.955 vagas) foi o que mais gerou postos. Em seguida vieram Construção (+1.359 vagas) e Indústria geral (+1.281 vínculos). Os setores de Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-3.230 postos) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (-367 empregos), portanto, foram aqueles com supressão líquida de postos.
No mês, o Brasil computou um saldo de 71.576 novas vagas, enquanto o Nordeste registrou uma perda líquida de 13.199 postos – variações de 0,15% e -0,17% sobre o estoque do mês anterior, respectivamente. A Bahia (+0,14%), portanto, exibiu um aumento relativo maior do que o da região nordestina e menor do que o do país.
Das 27 unidades federativas, houve crescimento do emprego celetista em 19 delas em março. A Bahia exibiu o oitavo maior saldo do país. Em termos relativos, a unidade baiana situou-se na 18ª posição.
No Nordeste, apenas três estados experimentaram alta do emprego formal. Em termos absolutos, a Bahia ocupou a primeira colocação entre as unidades nordestinas. Em termos relativos, por outro lado, o estado baiano situou-se na terceira posição.
Análise do Acumulado do Ano
No agregado do ano, a Bahia preencheu 30.660 novas vagas – aumento de 1,43% em relação ao total de vínculos do começo do ano.
Segundo o especialista em produção de informações econômicas, sociais e geoambientais da SEI, Luiz Fernando Lobo, "a geração de postos de trabalho com registro em carteira na Bahia continua surpreendendo em 2025, visto que o saldo acumulado de janeiro a março deste ano, com quase 31 mil novos postos, supera o resultado para o mesmo conjunto de meses do ano passado, quando 26.014 novos vínculos empregatícios foram estabelecidos".
De janeiro a março, quatro dos grandes grupamentos registraram resultado positivo. O setor de Serviços (+19.747 vagas) foi o de maior saldo. Em seguida, Indústria geral (+5.809 vínculos), Construção (+4.138 empregos) e Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (+3.448 empregos) também foram responsáveis pelo surgimento de vagas. No caso, apenas Comércio; reparação de veículos automotores e motocicletas (-2.481 vagas) registrou perda líquida de postos no ano.
O crescimento do emprego também foi observado no Brasil e no Nordeste no ano, com 654.503 e 28.867 novas vagas, respectivamente – altas de 1,39% e 0,36% em relação ao quantitativo do início de 2025. A Bahia (+1,43%), dessa forma, exibiu um crescimento relativo maior tanto do que o do Nordeste quanto do que o do país.
No acumulado do ano, 24 unidades federativas contaram com aumento de empregos celetistas. A Bahia exibiu o sétimo maior saldo agregado do país e o maior do Nordeste. Em termos relativos, a Bahia se posicionou na 14ª colocação no país e na primeira posição na região nordestina.
A série histórica do Caged está disponível no painel do Mercado de Trabalho na plataforma do InfoVis Bahia (https://infovis.sei.ba.gov.br/).
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