Na manhã desta segunda-feira (14), o prefeito Colbert Martins falou sobre a situação da licitação da Zona Azul em Feira de Santana, destacando que a suspensão do processo foi solicitada pelo conselheiro Paulo Rangel, após queixas apresentadas por um escritório de advocacia, e não por empresas. "Apresentamos as informações necessárias e agora aguardamos a liberação para que a Bolsa de Valores possa remarcar o leilão", afirmou.
Colbert destacou que o processo enfrentou diversos embargos judiciais, mas nenhuma empresa participante apresentou oposição. "Há alguém escondido atrás de um escritório de advocacia para impedir o andamento das coisas. As empresas qualificadas não recorreram, o que indica uma disputa econômica prejudicial para a cidade", disse

O prefeito também mencionou que os questionamentos levantados são, em sua maioria, de natureza burocrática, sem fundamentos que justifiquem atrasos. "São alegações como o prazo de 20 anos do contrato, que servem apenas para adiar decisões importantes para o município", criticou.
Apesar dos entraves, Colbert mantém a expectativa de que o leilão da Zona Azul ocorra ainda este ano. "Estou trabalhando para isso. Todos os questionamentos foram respondidos, tanto os feitos em Feira quanto na justiça, e estamos prontos para avançar", afirmou.
O prefeito reforçou que há cerca de cinco anos tenta concretizar o projeto da Zona Azul, mas enfrenta resistências que, segundo ele, não contribuem para o desenvolvimento da cidade.
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Silva
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