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O valor da cesta básica de Feira de Santana fechou em R$ 592,85 no mês de abril. Apesar do aumento de 2,83%, houve desaceleração na escalada dos preços, visto que o preço da cesta subiu 6,42% em março. Segundo a equipe do Programa “Conhecendo a Economia Feirense: custo da cesta básica e indicadores socioeconômicos”, nos quatro primeiros meses do ano o valor da cesta básica acumulou um aumento de 12,44%. Nesse período, a exceção da farinha de mandioca, todos os produtos que compõem a cesta registraram incremento nos seus preços, com destaque para o tomate e a banana, que tiveram aumento de 54,08% e 24,14%, respectivamente. No mês de abril, houve elevação de preço em 8 dos 12 produtos da cesta básica em comparação ao mês anterior. O tomate liderou com alta de 22,15%. Destacam-se ainda os aumentos no açúcar (6,03%), feijão (3,28%) e leite (2,72%). Já as reduções de preço foram observadas na banana (-6,8%), carne (-1,58%), farinha de mandioca (-0,71%) e manteiga (-0,46%). De acordo com a equipe do Programa “Conhecendo a Economia Feirense: o custo da cesta básica e indicadores socioeconômicos” da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs), o dispêndio do feirense com o almoço, constituído de arroz, feijão, carne e farinha, correspondeu a 33,52% do valor da cesta básica em abril. Já o café da manhã, que reúne pão, manteiga, café, leite e açúcar, representou 32,18% do custo da cesta. O valor gasto com os alimentos das duas refeições representou 65,62% do valor da cesta neste mês. A carne e o tomate foram os itens que mais pesaram na sacola de compras do feirense em abril 19,85% e 19,08%, respectivamente.
No que tange ao salário mínimo líquido vigente (salário mínimo descontado a previdência), o valor da cesta básica comprometeu 45,40% do ganho do trabalhador de Feira de Santana em abril. Trata-se de um comprometimento de 1,25 ponto percentual a mais do que o calculado em março (44,15%), refletindo o incremento observado no valor cesta básica e a consequente perda do poder de compra do trabalhador. Em relação ao tempo de trabalho gasto para a compra dos produtos da cesta, constata-se um dispêndio de 99 horas e 52 minutos, aumentando o tempo de trabalho em 02 horas e 45 min para adquirir a cesta em relação ao observado em março (97h 07min).
Fonte: Ascom Uefs
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