A primeira vacina contra chikungunya foi aprovada pela agência regulatória norte-americana Food and Drug Administration, nesta sexta-feira (10).
De dose única, o imunizante poderá ser aplicado em pessoas com 18 anos ou mais em regiões expostas ao vírus – como o Brasil – e comercializada com o nome Ixchiq. A vacina aprovada é do grupo Vanlneva, uma produtora de vacinas da Áustria. No Brasil, o Instituto Butantan tem parceria com a produtora.
A vacina contém uma versão viva e enfraquecida do vírus chikungunya. A segurança foi avaliada em dois estudos clínicos realizados na América do Norte, nos quais cerca de 3,5 mil participantes com 18 anos de idade ou mais receberam uma dose da vacina.
O nível de anticorpos avaliado nos participantes do estudo baseou-se em um nível que demonstrou ser protetor em primatas não humanos que receberam sangue de pessoas vacinadas. Quase todos os participantes do estudo da vacina atingiram este nível de anticorpos.
Desde o surgimento da doença no Brasil, há dez anos, o país já registrou sete surtos. A chikungunya é transmitida pelo mosquito aedes aegypti, mesmo vetor da dengue e do zika vírus. Segundo o Ministério da Saúde, o país já registrou mais de 1,1 milhão de casos com 909 mortes.
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