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Feira de Santana está em meio ao relançamento do programa "Minha Casa Minha Vida", com a Secretária de Habitação, Cíntia Machado, fornecendo informações cruciais sobre essa iniciativa. Todo o processo está sendo coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento em Brasília, responsável por selecionar as empresas encarregadas da construção de empreendimentos habitacionais em andamento. Cíntia Machado destaca que a seleção das empresas estará sob a responsabilidade do Ministério, e as áreas disponíveis pertencem às empresas que já apresentaram suas propostas.
No passado, um número significativo de pessoas, entre 80 mil e 100 mil, se inscreveram no programa "Minha Casa Minha Vida". Entretanto, apenas cerca de 30% delas foram contempladas. Isso implica que atualmente há aproximadamente 70 mil pessoas na lista de espera aguardando novas oportunidades de inscrição.
Foto: Carlos Valadares
Com relação ao número de unidades habitacionais e inscrições futuras para o programa, a Secretária afirma que ainda não há uma definição concreta sobre quantas unidades habitacionais serão construídas em Feira de Santana. Ela esclarece que essa determinação será feita após a seleção das empresas parceiras, acrescentando que será necessário abrir novas inscrições. Isso se deve ao longo período desde a última inscrição, que ocorreu em 2011, o que resultou em diversas mudanças, incluindo o falecimento e a mudança de moradores.
A Secretária também falou sobre a possibilidade de implementar critérios mais atualizados e eficientes no processo de seleção. "proponho a criação de um programa que permita a integração de informações com outros órgãos, como o CRAS e o CRES, a fim de tornar o processo de seleção mais justo e preciso. Além disso, é importante separar o programa "Minha Casa Minha Vida" da regularização fundiária para evitar conflitos e garantir maior eficácia", destaca.
Cintia Machado faz um apelo ao Ministério para considerar a possibilidade de recuperar imóveis vazios e abandonados, direcionando-os para famílias em situação de vulnerabilidade. "As razões para o abandono dos imóveis são diversas e enfatiza a importância de focar na disponibilidade de imóveis em condições habitáveis, buscando soluções que atendam às necessidades da população mais necessitada", finaliza.
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara SIlva
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