Foto Carlos Valadares
Página de Notícias
Na tarde da última quarta-feira (27), a Polícia Militar apreendeu um automóvel branco que pode ser o mesmo que estava sendo usado para realizar homicídios em Feira de Santana.
De acordo com o coronel Antônio Lopes, comandante do Comando de Policiamento Regional Leste (CPR-L), percebemos que, quando os indivíduos atuam com capuz, denota que há aí por trás um conhecimento de quem seriam aqueles autores. "Temos o cuidado de investigar linhas não só de tráfico de drogas como possíveis milícias, atuando também em cidades de Feira de Santo Antônio, que não é exclusivo daqui, Salvador, Camaçari, todos os lugares, a gente percebe que também tem. Do outro lado, percebemos que a maioria, sim, dos homicídios hoje em Feira, 90% eu diria, ou até mais, é em decorrência da guerra do tráfico de drogas. Infelizmente, percebemos que vários líderes daqui, não é nem justificando, mas percebendo aqui o atual cenário, vários dos líderes estão soltos e estão, de algum modo, tentando tomar o ponto um do outro. Então, isso já, até informações de inteligência chegando para a gente, e a gente está trabalhando nisso para poder já pegar esses indivíduos", esclarece.
Foto: Carlos Valadares
"É importante destacar que é um mês também com muitas prisões, com muitas operações, assim não sei se estão acompanhando, mas a gente está o tempo todo buscando operar, o tempo todo operacionalizar os colegas excelentes, investigadores, delegados, escreventes, e a gente está operacionalizando as equipes para poder justamente dar resposta", pontua o coronel.
Ainda segundo o coronel Antônio Lopes, quando você opera no local, enfraquece um pouco aquele local e os indivíduos, por incrível que pareça, tentam invadir aquele local para poder tomar aquela boca. "Então é um problema cíclico que você tem que trabalhar e tentar harmonizar até nisso. Se eu for operar nesse local, tenho que já pensar quem vai invadir aquele local para já operacionalizar também no outro porque senão acaba tendo o que a gente fala uma dissonância de ecossistema criminal", destaca.
Foto Carlos Valadares
O coordenador regional de Polícia Civil, Yves Correia falou em entrevista ao Página de Notícias que o trabalho está sendo desenvolvido tanto pela Polícia Civil quanto pela Polícia Militar e que quando o carro foi apreendido, a gente encaminha para a perícia, expede a guia pericial para o DPT periciá-lo. Teve um carro específico, "teve um carro específico que a gente identificou cápsulas de munições dentro deste carro, então, até com cuidado, a gente pediu que o guincho levasse para ninguém tentar de algum modo contaminar a cena, pois a perícia pode buscar algum elemento ali para materializar este crime de homicídio ou de latrocínio em Feira de Santana que estão cometendo. Então a gente fez a guia pericial para justamente colher essas cápsulas para uma futura microcomparação balística, que é extremamente relevante essa prova material do homicídio", detalhou.
Com Informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Silva
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