A semana do Bahia começou trágica. Ultrapassado pelo Vasco na segunda-feira, o tricolor entrou na zona de rebaixamento do Brasileirão e agora se vê obrigado a pontuar contra o Flamengo, sábado, no Maracanã, para ter chance de sair do Z4. Mas para ter êxito no objetivo, o time precisa primeiro ajustar o sistema defensivo.
Não é novidade que a defesa é um problema para o Bahia neste ano. No Campeonato Brasileiro, o time é o quinto mais vazado, com 33 gols sofridos. Melhor apenas que Coritiba (51), América-MG (50), Santos (40) e Vasco (34). O Coritiba, por sinal, visita o São Paulo hoje, às 19h, em partida atrasada da 22ª rodada.
Apesar do pouco tempo no cargo, o técnico Rogério Ceni já viu de perto a fragilidade do setor. Nos dois jogos em que esteve na beira do campo, o time levou quatro gols. Foram dois na vitória por 4x2 sobre o Coritiba e outros dois na derrota por 2x1 para o Santos.
Diante do problema, Ceni não descarta mudanças, seja de peças ou na postura do time. Até aqui, o treinador usou duas duplas de zaga diferentes. Na estreia ele não teve Vitor Hugo, suspenso, e escalou Raul Gustavo ao lado de Kanu. Na partida seguinte, promoveu o retorno do então titular.
No elenco, há pelo menos mais três opções. Gabriel Xavier estava bem entre os titulares, mas perdeu a vaga para Vitor Hugo ainda na gestão de Renato Paiva, apesar de o zagueiro mais experiente ter falhado mais. David Duarte está voltando de lesão e Marcos Victor não joga desde a final do Baiano, em abril.
“Tanto Vitor Hugo quanto Raul são canhotos. Prefiro sempre um canhoto jogando pelo lado esquerdo. Na hora de construir é melhor, ele estará sempre com o corpo melhor posicionado. Um jogo, jogou o Raul. O outro, Vitor Hugo. E eu prefiro sempre usar um canhoto que improvisar um destro”, explicou Ceni.
“Acho que os dois têm capacidade de jogar. Vamos escolher sempre aquele que estiver melhor nos treinamentos e cumprir melhor a função. Do lado direito, temos Kanu, que vem jogando, Gabriel, Marcos Victor, [David] Duarte, que está voltando”.
Para aumentar o desafio, no Maracanã o time estará diante do quinto melhor ataque da Série A. O Flamengo marcou 36 gols e perde apenas para Botafogo (39), Grêmio (39), Palmeiras (38) e Athletico-PR (37) no quesito.
No primeiro turno, Bahia e Flamengo fizeram um jogo muito movimentado na parte ofensiva. O rubro-negro venceu por 3x2, na Fonte Nova, em um duelo no qual os tricolores tiveram motivo para reclamar da arbitragem, que, mesmo com o VAR, expulsou Kanu após Gabigol ter simulado que recebeu um soco no rosto, o que não aconteceu.
O ponto positivo para o Bahia no próximo sábado é que o rubro-negro carioca vive uma crise. Além da pressão pela perda do título da Copa do Brasil para o São Paulo, e de o técnico Jorge Sampaoli ainda não ter encontrado a melhor forma da equipe jogar, os atacantes passam por uma seca de gols. Pedro não marca há oito partidas e Gabigol já completou o quinto jogo sem balançar a rede. Ambos são os artilheiros do Flamengo no Brasileirão, com cinco gols.
Entre Copa do Brasil e Série A, o time não vence há quatro jogos, com dois empates e duas derrotas no período.
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