O governo do estado de São Paulo decidiu que não vai aderir ao Programa Nacional de Livros Didáticos (PNLD), do triênio de 2024 a 2027. O plano utiliza verbas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação, do Ministério da Educação (Mec), para compra de livros didáticos.
Os estudantes da capital paulista terão material digital a partir do 6º ano do ensino fundamental. De acordo com a Associação Brasileira de Livros e Conteúdos Educacionais, a situação é inédita desde a criação do programa que existe há mais de 80 anos.
A pasta alega que a decisão se deu em função de que a rede estadual “possui material didático próprio alinhado ao currículo do Estado e usado nas 5,3 mil escolas, mantendo a coerência pedagógica”.Com isso, haverá material digital com suporte físico nos anos iniciais. Já nos anos finais, entre 6º e 9º ano do ensino fundamental, e ensino médio será material 100% digital.
“Dentro da rede a gente tinha um conjunto de livros didáticos e o que a gente está fazendo é uniformizando todos esses livros em um material digital. O que estamos buscando é uma uniformização e coerência pedagógica em todas as escolas do estado”, diz o secretário executivo da Educação Vinicius Neiva.
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