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Geral greve

Funcionários da empresa Rosa paralisam atividades em Feira de Santana

Passageiros precisam recorrer a outros meios para chegar ao trabalho

26/04/2023 09h12 Atualizada há 3 anos
Por: Carlos Valadares
Foto: Carlos Valadares
Foto: Carlos Valadares

Página de Notícias 

Na manhã desta quarta-feira (26), os funcionários da empresa Rosa paralisaram as atividades devido à falta de pagamento do vale alimentação e deposito de FGTS. As linhas afetadas por conta da parada, são: George Américo, Campo do Gado, Mangabeira, Condé e Asa Branca.

José de Sousa,  vice presidente do sindicato dos rodoviários informa que a categoria já vem cobrando do secretário, prefeito e da própria empresa uma posição sobre tudo que vem acontecendo na Rosa e nunca tiveram uma posição sobre tudo que afeta a categoria. "Quando conseguimos falar com o prefeito, ele fala que vai resolver e não resolve, quando falamos com a empresa eles falam que não tem dinheiro para pagar aos trabalhadores e fica muito difícil ver uma empresa rodando na cidade ganhando dinheiro e os trabalhadores se receber seus benefícios", alega. 

"Já esta na hora da gente publicar um edital e fazer uma greve por tempo indeterminado para resolver todas as questões, que não são poucas. Temos que resolver questões com o INSS, FGTS, pagamento, vale alimentação e inclusive a Rosa já pediu para ir embora de feira de Santana e porque o prefeito não senta e conversa com a empresa e com os funcionários resolve o que tem que resolver e chama as empresas que eles dizem que querem vir para Feira de Santana", sinaliza José Sousa. 

NOTA DA PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIA DE SANTANA 

A Prefeitura de Feira de Santana foi surpreendida nas primeiras horas da manhã de hoje, 26, com uma paralisação do SINTRAFS (Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários Urbanos de Feira de Santana) na garagem da empresa Rosa, impedindo a circulação de ônibus da concessionária.

De imediato, a Secretaria Municipal de Transportes e Trânsito (SMTT) já determinou que vans do STPAC (Sistema de Transporte Público Alternativo e Complementar) realize, emergencialmente, a operação nos principais corredores da região Norte do Município atendidos pela concessionária de transporte público urbano.  

 O Governo Municipal acompanha a movimentação e a Procuradoria Geral (PGM) adotará as medidas judiciais a fim de restabelecer a normalidade da operação de transporte público urbano e a garantia do interesse coletivo.

 “Não recebemos nenhum comunicado oficial conforme prevê a legislação. A paralisação é ilegal, injusta e ilegítima”, afirma o secretário da pasta, Saulo Figueiredo.

 Fiscais da SMTT estão orientando os usuários nos terminais de transbordo (Norte e Central), afetados com a falta do transporte público.

Com informações: Carlos Valadares 

Por: Mayara Silva

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