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Política Pablo Roberto

Pablo Roberto repudia fala da Secretária de Educação do estado: “sem valorização do professor, jamais teremos a Bahia que sonhamos”

O parlamentar sugere ainda que a secretária entenda a importância da valorização dos professores da ativa e os aposentados

10/02/2023 16h11
Por: Carlos Valadares Fonte: Ascom/Pablo Roberto
ASCOM / Pablo Roberto
ASCOM / Pablo Roberto

Ciente da responsabilidade assumida por educadores e educadoras em todo o País, e principalmente na Bahia (que possui os mais baixos índices de Desenvolvimento da Educação Básica - Ideb), o deputado estadual Pablo Roberto se solidariza com a classe, que foi atingida com a última declaração da secretária de educação da Bahia, ao afirmar que “professores trabalhem voluntariamente”, em retribuição à entrega de uma Escola de Tempo Integral no município de Presidente Dutra.

Em tempo que repudia a frase, o deputado afirma ainda que “sem valorização dos professores e professoras, jamais teremos a Bahia que sonhamos”. Segundo Pablo, políticas para a educação sempre foram motivo de preocupação para os professores da Bahia. “Não é à toa que estamos na penúltima colocação em aprendizagem de português e matemática, e a quarta pior nota no índice geral do ensino médio oferecido na rede estadual”, diz.

O parlamentar sugere ainda que a secretária entenda a importância da valorização dos professores da ativa e os aposentados, antes de falar de voluntariado. “Primeiro, o governo da Bahia tem que fazer sua parte pela educação. E não é convocando voluntários que iremos melhorar os piores índices no nosso estado. É de extrema insensatez terceirizar a responsabilidade da Educação”, conclui o deputado. 

Sobre o IDEB 

Em 2019, ano da última avaliação, a Bahia tinha nota de 4,1 na aprendizagem das duas mais importantes disciplinas (Português e Matemática), resultado que a colocava em 22º lugar. Em 2021, o índice caiu para 3,96.  O que fez o estado despencar para a 26ª posição, à frente apenas do Maranhão (3,92). 

Já no índice geral do Ideb, a nota do ensino médio da rede estadual é a quarta pior do Brasil, ao lado de Alagoas e Maranhão (ambos também com 3,5).

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