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Polícia asfixia

Bebê de quatro meses morre e Polícia Civil investiga suspeita de asfixia em Feira de Santana

Ela destacou ainda que as investigações são conduzidas com cautela devido à sensibilidade da ocorrência.

22/07/2026 14h53
Por: Carlos Valadares
Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Uma bebê de quatro meses morreu após dar entrada sem sinais vitais no Hospital Estadual da Criança (HEC), antigo Hospital da Criança/Bambino, em Feira de Santana. O caso ocorreu na noite da última segunda-feira (13) e está sendo investigado pela Polícia Civil.

De acordo com as primeiras informações, a criança foi socorrida por um tio e levada à unidade hospitalar, mas já chegou ao local sem vida. Durante a apuração inicial, os policiais receberam a informação de que a bebê teria sido encontrada com um saco plástico ou um pano sobre o rosto, circunstância que levantou a suspeita de uma possível asfixia.

A delegada Daniele Matias, titular da 2ª Delegacia Territorial de Feira de Santana, informou que a investigação busca esclarecer se houve negligência ou outra circunstância que tenha contribuído para a morte da criança.

"O que foi apurado até agora é que essa asfixia provavelmente foi provocada por um saco plástico ou por um pano que estava próximo à criança. O fato ocorreu no bairro SIM, área da 2ª Delegacia, e nós já iniciamos a apuração para verificar se houve algum tipo de negligência que ocasionou a morte desse bebê. Alguns familiares já foram intimados e a mãe da criança já foi ouvida", afirmou.

Segundo a delegada, a Polícia Civil aguarda o laudo pericial, que deverá esclarecer a causa da morte e as circunstâncias do caso.

Ela destacou ainda que as investigações são conduzidas com cautela devido à sensibilidade da ocorrência.

"Neste momento, precisamos averiguar se houve algum tipo de negligência que contribuiu para a morte dessa criança. Um bebê de apenas quatro meses, sabemos que é uma situação muito difícil para a família. Não é um resultado que ninguém desejava. É uma investigação que precisa ocorrer com bastante cautela por conta da dor dos familiares. Já se passou cerca de uma semana desde o ocorrido, mas tenho certeza de que a família ainda está muito abalada", declarou.

Com informações: Acorda Cidade 

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