O Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) manteve a prisão preventiva do advogado Oyama de Figueiredo, investigado por envolvimento em um esquema de grilagem de terras e lavagem de dinheiro na “Operação Sinete”, em Feira de Santana.
A decisão foi unânime, com a negativa do habeas corpus solicitado pela defesa.
Segundo investigações do Draco e do Gaeco, o grupo atuava em cartórios, no setor imobiliário e teria ligações com agentes públicos. Oyama é apontado como um dos líderes e responsável pelo financiamento das atividades ilegais, que incluíam uso de documentos falsos e intimidação de vítimas.
A defesa pediu prisão domiciliar alegando idade avançada e problemas de saúde, além de prerrogativas da advocacia. No entanto, a relatora entendeu que o sistema prisional pode garantir atendimento médico e determinou que seja verificado o cumprimento das condições adequadas de custódia.
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