Durante a Operação Semana Santa, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) fiscalizou 628 pessoas e 595 veículos nas rodovias da região de Feira de Santana. Segundo a corporação, o reforço nas abordagens e no trabalho preventivo foi essencial para reduzir a violência no trânsito e preservar vidas. O balanço também aponta que não houve registro de mortes nas ocorrências atendidas.
De acordo com a inspetora Lívia Mareelino, o cenário registrado em 2026 foi semelhante ao do ano anterior, mas com pontos de atenção relacionados à gravidade dos acidentes.
Segundo a PRF, foram contabilizados oito sinistros em 2026, número próximo ao registrado em 2025, quando houve seis ocorrências. Apesar da semelhança nos dados gerais, a diferença está na gravidade: neste ano, dois acidentes foram considerados mais graves, situação que não foi registrada no período anterior.

“Embora tenhamos tido ocorrências mais graves em 2026, é importante destacar que não houve registro de óbitos nos locais atendidos pela PRF, tanto neste ano quanto em 2025”, ressaltou a inspetora.
Para reforçar a segurança durante o feriado, a PRF ampliou o efetivo em trechos considerados críticos, como as rodovias BR-116 Norte e BR-324 Norte. Este último ponto, especialmente nas imediações do município de Tanquinho, exige maior atenção devido ao histórico de infrações como ultrapassagens em faixa contínua e excesso de velocidade.
Diante desse cenário, a corporação contou com o apoio de policiais de outras unidades para intensificar a fiscalização, principalmente no Anel de Contorno de Feira de Santana — área que demanda vigilância constante por concentrar tanto o fluxo de veículos em trânsito quanto o tráfego urbano.
“A Semana Santa aumenta o fluxo de pessoas que passam por Feira de Santana, mas também há o deslocamento interno, principalmente no Anel de Contorno. Isso exige atenção redobrada”, explicou Mareelino.
Outro ponto destacado pela PRF foi a preocupação com a combinação de álcool e direção. De acordo com a inspetora, o consumo de bebidas alcoólicas por motoristas, especialmente em deslocamentos entre bairros, representa um risco significativo.
“A fiscalização precisa ser intensa, porque os danos causados pela mistura de álcool e direção podem ser muito graves”, alertou.
Com informações: Carlos Valadares
Por: Mayara Nailanne
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