Após uma reunião estratégica no Palácio do Planalto nesta quarta-feira (25), representantes dos caminhoneiros decidiram cancelar a paralisação nacional que estava prevista. O recuo da categoria ocorreu após o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, confirmar o atendimento da principal reivindicação do setor: a garantia do cumprimento efetivo do piso mínimo do frete.
A medida foi formalizada por meio de uma medida provisória que estabelece novas regras de fiscalização e punições rigorosas para empresas que descumprirem os valores estabelecidos na tabela oficial.
O novo modelo de cálculo para o pagamento do transporte rodoviário de carga agora leva em conta variáveis técnicas precisas, como o número de eixos do caminhão, o volume e o tipo de material transportado, além de condições específicas como temperatura frigorificada ou uso de contêineres.
Outro ponto crucial do acordo foi a garantia de que os valores serão reajustados automaticamente sempre que o preço do diesel apresentar uma variação igual ou superior a 5%. Essa cláusula de gatilho visa proteger a margem de lucro dos transportadores diante da volatilidade do mercado de combustíveis.
Para assegurar que as novas regras não fiquem apenas no papel, o governo federal anunciou a implementação de sanções progressivas para empresas e contratantes que desrespeitarem a lei do piso mínimo.
Banco Central Presidente do Banco Central do Paraguai renuncia após crise financeira
Abastecimento de águ Abastecimento de água será suspenso em sete cidades da Bahia
acidentes de trabalh Bahia ocupa 7º lugar em acidentes de trabalho; veja profissões mais afetadas
Novembro Azul Fundação Hospitalar inicia campanha Novembro Azul com oferta de quase 5 mil exames gratuitos em Feira de Santana
Eliana Rocha Morre atriz Eliana Rocha, de “Pé na Cova”, aos 82 anos
R$ 5 mil para MEIs Pix de R$ 5 mil para MEIs já tem previsão de início; veja quando Mín. 20° Máx. 37°
Mín. 22° Máx. 38°
Parcialmente nubladoMín. 21° Máx. 38°
Tempo nublado