A mortalidade de crianças e adolescentes com câncer é maior entre os indígenas, de acordo com a nova edição do Panorama de Oncologia Pediátrica, do Instituto Desiderata. O recorte dos dados obtidos com o Ministério da Saúde e com o Instituto Nacional de Câncer (Inca) mostram uma taxa de 76 óbitos a cada 1 milhão de indígenas por ano. Já entre as crianças e os adolescentes brancos essa taxa é de 42.6/milhão, caindo para 38.9/milhão entre os negros e 38.9/milhão entre aqueles identificados como amarelos.
Atualmente, o Brasil tem 77 hospitais habilitados em oncologia pediátrica. Mais da metade deles - 36 - estão no Sudeste, apenas 3 deles estão no Norte. Como consequência, mais de 40% dos pacientes com até 19 anos precisam ser atendidos em hospital sem serviço especializado e mais de 20% têm que se deslocar para cidades diferentes das que moram para conseguir tratamento.
Nos últimos 20 anos, a taxa de mortalidade por câncer em crianças e adolescentes permaneceu estagnada em nosso país, enquanto, em muitos países do eixo norte global, houve avanços significativos, com redução das taxas de mortalidade e aumento das chances de cura, que já ultrapassam 80%.
Parque Náutico Feira de Santana inicia estudos para implantação de Parque Náutico com apoio da Fundação Getúlio Vargas
Resgate de gatos Polícia resgata 12 gatos que viviam sem água e em meio a restos mortais
Intedição Obras provocam interdições parciais nas BAs 093 e 099 até este domingo, 2; confira mudanças
Ventania Ventania deixa rastros de destruição e e cinco mortos no Rio e em São Paulo
acidentes Brasil registra mais de 1,8 milhão de acidentes de trabalho desde 2023
São João TCM investiga gastos de R$ 5,9 milhões com São João de Conceição do Jacuípe Mín. 15° Máx. 25°
Mín. 18° Máx. 29°
Chuvas esparsasMín. 18° Máx. 29°
Chuvas esparsas