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Botafogo é condenado a pagar 600 mil a Cortez, do Grêmio, em até 48 horas e sofre risco de penhora

Não cabe mais ao clube carioca recorrer da decisão

23/07/2021 20h27
Por: Carlos Valadares Fonte: Extra
Foto reprodução
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O Botafogo foi condenado a pagar mais de R$ 630 mil ao ex-lateral do clube Bruno Cortez, que atualmente defende o Grêmio. Como a decisão já transitou em julgado, não cabe mais ao clube carioca recorrer da decisão, tendo de realizar o depósito do valor em até 48h, como indicado pela decisão do juiz José Monteiro Lopes, da 36ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro.

A partir do veredito, o Botafogo é obrigado a realizar o depósito do valor, caso contrário, correrá o risco de sofrer penhoras na Justiça. Também nesta sexta, em nota publicada no início da tarde, o clube informou que fez um acordo para parcelamento de outra dívida, referente à ausência de pagamentos de IPTU entre fevereiro de 2014 e novembro de 2015. Com a negociação, o clube protege “a sede de General Severiano de eventual risco de execução, leilão ou adjudicação”.

Cortez teve boa passagem pelo alvinegro após ser contratado junto ao Nova Iguaçu, em 2011, clube no qual se destacou no Carioca daquele ano. Em seguida, ele seria vendido ao São Paulo, após ter sido eleito o melhor lateral esquerdo daquela edição do Campeonato Brasileiro. O jogador chegou a ser convocado por Mano Menezes, então técnico da seleção brasileira, para a disputa do Super clássico das Américas, contra Argentina.

Leia a íntegra da nota do clube sobre a possibilidade de penhora da sede de General Severiano:

O Botafogo vive uma luta diária para enfrentar as dívidas enquanto busca uma solução econômico-financeira definitiva. Recentemente, foi noticiada uma ordem de penhora da sede de General Severiano referente a ausência de pagamentos de IPTU de fevereiro de 2014 a novembro de 2015. Embora seja um dos maiores símbolos históricos, as gestões anteriores não cumpriram com as obrigações e correu-se o risco de um incalculável prejuízo institucional e patrimonial.

Nesta sexta-feira (23/7), foi pactuado o parcelamento da dívida existente, acordo que irá proteger o local onde estava situada a Loja Oficial de eventual risco de execução, leilão ou adjudicação.

 fonte Extra

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