
A ciclista feirense Darlene França, 45 anos, compartilhou detalhes sobre sua trajetória no esporte e os desafios enfrentados. Darlene revelou que o maior obstáculo para quem se aventura no ciclismo é o controle psicológico. “É preciso concentração total no percurso, nas subidas, nos trechos técnicos, sempre olhando para frente, buscando concluir a prova no menor tempo possível e ilesa”, afirmou.
No último domingo, durante uma competição, Darlene enfrentou um incidente que empenou o câmbio traseiro de sua bicicleta, o que levou à queda da corrente em alguns momentos. “Tive que forçar mais nas subidas para evitar a queda da corrente, ficando com uma marcha a menos. Mesmo assim, mantive a concentração e persistência para terminar a prova com êxito”, relembra.
Além do desafio físico, Darlene destacou a falta de incentivo ao ciclismo feminino em Feira de Santana. “Existem várias mulheres que pedalam muito bem, tanto no ciclismo de estrada quanto no mountain bike (MTB), mas o apoio para participarmos de eventos é quase inexistente. Temos trilhas e percursos que poderiam ser organizados e planejados para nós. Precisamos de apoio, pois vontade e atitude já temos de sobra”, desabafou.
Darlene também falou sobre os desafios de conciliar a rotina de treinos com o trabalho. Ela treina à noite durante a semana e, aos domingos, realiza um pedal mais longo com o grupo MTB OFF ROAD, onde é a única mulher. “Por isso, meu esforço é maior, pois preciso acompanhar os homens, o que me motiva a superar meus limites diariamente”, comentou.

Segundo Darlene, a bicicleta revolucionou sua vida. “Comecei a pedalar por incentivo do meu marido. No início, achava sofrido, mas hoje me sinto outra mulher, com mais disposição, mais saudável, menos ansiosa e irritada. Tudo de ruim eu tiro no suor em cima da minha bike”, relatou.
Darlene agora conta com o apoio das empresas Casa Reis e Laboratório Labocentro, o que fortaleceu seu sonho de filiar-se à Federação Baiana de Ciclismo (FBC) e disputar as etapas oficiais. Caso consiga se classificar entre as cinco melhores do ranking baiano, ela poderá buscar o programa de incentivo Faz Atleta, do Governo do Estado.
Com uma mensagem de incentivo, Darlene reforça que o ciclismo é acessível a todas. “Todas podem, todas conseguem, basta o primeiro passo – ou melhor, a primeira pedalada. Somos o que quisermos e queremos ser”, finalizou.
Por: Mayara Nailanne
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