O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) concluiu, na quinta-feira (19), os estudos sobre o impacto do retorno do horário de verão em 2024. Segundo estimativas, a medida trará uma economia de quase R$ 400 milhões nos custos operacionais entre outubro e fevereiro.
O Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) recomendou ao governo federal a retomada da medida, que adianta em uma hora o relógio de algumas regiões do Brasil, ainda neste ano.
De acordo com Marcio Rea, diretor-geral do ONS, a sugestão é motivada pelos “ganhos positivos para o setor elétrico”, que aumentam a eficiência do Sistema Interligado Nacional (SIN) e ampliam a capacidade de atendimento no horário de pico.
O estudo, encomendado pelo Ministério de Minas e Energia (MME), indica que a implementação do horário de verão poderá reduzir a demanda máxima de energia no país em até 2,9% em cenários de alta afluência no SIN.
O ONS também destaca que a medida reduzirá a demanda máxima noturna em dias úteis e fins de semana, em praticamente todas as condições de temperatura, e aliviará o efeito da “rampa da carga” entre 18h e 19h. O adiamento do horário de pico em até duas horas permitirá uma compensação mais eficiente pela saída da micro e minigeração distribuída (MMGD) e da geração solar.
Raimundão Raimundão rebate críticas de José Carneiro sobre recursos destinados a associação no bairro Conceição
Lambe-Lambe Fotógrafo preserva memória da fotografia de rua em Feira de Santana
Capacita Mais Feira Inscrições abertas para cursos no Capacita Mais Feira
Projeto “Me Proteja” Feira de Santana sedia lançamento de projeto pela convivência familiar
Aniversario de Feira Órgãos municipais não abrirão nesta 6ª, Aniversário da Cidade
Leitura no Brasil No Brasil, 67% dos alunos mais pobres não alcançam nível mínimo de leitura Mín. 21° Máx. 27°
Mín. 19° Máx. 26°
ChuvaMín. 19° Máx. 26°
Chuvas esparsas