Uma operadora de teleatendimento transsexual será indenizada em R$ 10 mil por não ter o nome social respeitado no ambiente de trabalho, em Salvador. Ela também era impedida de utilizar o banheiro feminino da empresa.
A decisão é da 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (TRT-5) e, em recurso, está sendo analisada no Tribunal Superior do Trabalho (TST). Segundo o órgão, ao longo do período que trabalhou na companhia, ela também era tratada por pronomes masculinos, chamada por colegas de trabalho pelo "nome antigo" – de registro, anterior à sua transição – e aparecia na escala e nas fichas de trabalho com esse nome.
Na denúncia, a atendente contou que essas situações a deixavam constrangida. Ela então conversou, registrou reclamações por e-mail, aplicativo de mensagens e pela rede social da matriz da empresa, sendo despedida logo depois. Conforme o TRT-5, a empresa disse que nunca chegou ao seu conhecimento reclamações sobre restrição ao uso do banheiro feminino e que a demissão aconteceu por fechamento de postos de trabalho.
Abono salarial Abono salarial começa a ser pago nesta segunda
Carnaval 2026 Carnaval 2026: Município amplia serviço de banho para catadores após recomendação do MPBA, MPT e DPE
Acidente Jovem de 24 anos morre após ser atropelada por caminhão de limpeza no circuito Dodô, em Salvador
Carnaval 2026 Homem é preso após atirar e ferir três foliões no circuito Osmar
Brasil Fundador do PT, José Álvaro Moisés morre afogado em São Paulo
Homicídio Jovem morre após ser esfaqueada em Ipirá Mín. 22° Máx. 34°
Mín. 21° Máx. 34°
Tempo nubladoMín. 23° Máx. 32°
Chuvas esparsas