O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez uma jogada audaciosa nesta terça-feira (19) apresentando uma petição à Suprema Corte do país. Ele defendeu que um ex-presidente deve ter "imunidade absoluta de processo criminal" por seus atos oficiais, uma alegação que pode ter implicações de longo alcance.
Trump está atualmente lutando contra um processo criminal movido pelo procurador especial Jack Smith. O cerne da questão é que Trump era o presidente quando tomou medidas para reverter a vitória de Joe Biden sobre ele. Agora, ele está recorrendo da decisão de um tribunal inferior que rejeitou seu pedido de proteção contra o processo.
A ação de Trump apresenta argumentos que ecoam aqueles listados anteriormente por seus advogados. Eles estão buscando protegê-lo de processos, bem como de declarações que o empresário fez durante a campanha. Essa estratégia sugere uma tentativa de blindar Trump de qualquer responsabilidade legal por suas ações enquanto estava no cargo.
O documento apresentado por Trump afirma: "O [cargo de] presidente não pode funcionar, e a própria Presidência não pode manter a sua independência vital, se o presidente enfrentar processo criminal por atos oficiais depois de deixar o cargo". Esta declaração sublinha a crença de Trump de que a imunidade presidencial deve se estender além do mandato de um presidente.
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